Após dois dias, a greve dos ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) chegou ao fim na tarde desta quarta-feira (5). A decisão ocorreu em assembleia entre os trabalhadores: 131 ferroviários votaram a favor de encerrar o movimento, enquanto 26 foram contra.
Em nota, os trabalhadores da companhia, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil, disseram que vão retornar às atividades, mantendo, contudo, um “estado de greve”. “Apesar da suspensão do movimento paredista, a categoria permanecerá em estado de greve, acompanhando atentamente o cumprimento dos compromissos assumidos e a evolução das negociações”, afirmaram.
“Os Ferroviários reafirmam que a mobilização sempre teve como objetivo a defesa dos empregos e a proteção dos direitos dos trabalhadores da CPTM, bem como a garantia de um transporte público de qualidade para a população”, completa o texto.
Mais cedo, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), anunciou que enviará à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) um projeto de lei para garantir a preservação dos empregos dos trabalhadores.
Após dois dias, a greve dos ferroviários da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) chegou ao fim na tarde desta quarta-feira (5). A decisão ocorreu em assembleia entre os trabalhadores: 131 ferroviários votaram a favor de encerrar o movimento, enquanto 26 foram contra.
Em nota, os trabalhadores da companhia, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil, disseram que vão retornar às atividades, mantendo, contudo, um “estado de greve”. “Apesar da suspensão do movimento paredista, a categoria permanecerá em estado de greve, acompanhando atentamente o cumprimento dos compromissos assumidos e a evolução das negociações”, afirmaram.
“Os Ferroviários reafirmam que a mobilização sempre teve como objetivo a defesa dos empregos e a proteção dos direitos dos trabalhadores da CPTM, bem como a garantia de um transporte público de qualidade para a população”, completa o texto.
Mais cedo, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), anunciou que enviará à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) um projeto de lei para garantir a preservação dos empregos dos trabalhadores.
O compromisso foi apresentado pelo governador durante a audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e atendeu à principal reivindicação da categoria, que pedia uma garantia formal de manutenção dos postos de trabalho diante da concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade à iniciativa privada.
A paralisação nas havia começado na terça-feira (4) e afetou cerca de 1 milhão de passageiros, provocando alterações na operação ferroviária, reforço no transporte público, suspensão do rodízio municipal e congestionamentos em diversas regiões da capital. Ao longo do movimento, as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade ficaram com circulação afetada.
Durante a manhã desta quarta, antes do encerramento da greve, Tarcísio já havia pedido que os ferroviários retomassem o serviço antes do horário de pico.
“O que a gente espera é que haja bom senso e que o serviço seja retomado antes do horário de pico de hoje, porque a gente não quer ver o sofrimento das pessoas no fim da tarde”, afirmou.
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