A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (6) aponta que 77,5% dos entrevistados afirma que não mudaria voto com opinião de influenciador digital. 14,3% dos questionados declaram que dependeria do influenciador ou do candidato.
Apesar disso, 44,6% acredita que influencers digitais terão alguma influência sobre o voto dos brasileiros na eleição, e 26,8% pensa que terão muita influência. Apenas 9,1% acha que terá influência nenhuma, enquanto 16,9% afirma que terá pouca influência e 2,6% não sabe.
A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (6) aponta que 77,5% dos entrevistados afirma que não mudaria voto com opinião de influenciador digital. 14,3% dos questionados declaram que dependeria do influenciador ou do candidato.
Apesar disso, 44,6% acredita que influencers digitais terão alguma influência sobre o voto dos brasileiros na eleição, e 26,8% pensa que terão muita influência. Apenas 9,1% acha que terá influência nenhuma, enquanto 16,9% afirma que terá pouca influência e 2,6% não sabe.
Situação econômica do país
A pesquisa aponta também a percepção sobre a situação econômica do Brasil. 55% da população brasileira vê o momento atual do país como ruim. Apenas 26% vê a situação atual como boa, enquanto 19% avalia como normal.
Quando a pergunta muda para a situação econômica familiar do entrevistado neste momento, 31% já coloca como positiva, com 27% classificando como normal e 42% como ruim.

Pesquisa Atlas/Bloomberg revela percepção do brasileiro sobre a economia do país
Principais problemas do país
A pesquisa também questionou os principais problemas do Brasil, com os entrevistados podendo citar até 3 opções. 61,3% avaliaram a criminalidade e o tráfico de drogas, 57,5% respondeu a corrupção e, na sequência, os maiores problemas citados foram a economia e a inflação, com 22,5%.
Os problemas menos citados foram migração e controle das fronteiras, com 0,0%; mudança dos valores tradicionais, com 0,5%; e estradas, portos e aeroportos, com 0,6%.
Risco político
Os entrevistados foram perguntados sobre o quão provável eles acham que é que o Brasil enfrente alguns desafios específicos durante os próximos meses.
47% dos entrevistados avaliaram que é muito provável o Brasil ter revelações sobre grandes fraudes ou esquemas de corrupção, com 22% colocando como provável, 10% como algo provável, 7% como pouco provável e 14% como nada provável. Este foi o item avaliado como o mais provável.
O segundo na lista foi o aumento de ataques ou assassinatos relacionados à facções criminosas, com 36% julgando ser muito provável, 12% acreditando ser provável, 19% como algo provável, 14% como pouco provável e 19% como nada provável.
Na sequência, está o aumento de furtos e assaltos, com 32% dos entrevistados pensando ser muito provável, 12% acreditando ser provável, 20% ser algo provável, 14% pouco provável e 22% nada provável.
Avaliação dos líderes políticos
Lula é o líder político com a imagem melhor avaliada segundo a pesquisa. 48% dos entrevistados o avaliam de forma positiva e 52% de forma negativa, com -4 pontos percentuais. Já Flávio Bolsonaro, é considerado positivamente por 37%, negativamente por 59% e 4% diz não saber, com -20 de pontos percentuais.
Outros candidatos à presidência, Romeu Zema e Renan Santos possuem maior rejeição. O ex-governador de Minas Gerais é avaliado positivamente por 31%, negativamente por 55% e 14% dizem não saber, com -24 pontos percentuais.
Já o candidato do Missão é visto positivamente por 19%, 26% dizem não saber e 55% o rejeitam, com -36 pontos percentuais.
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A pesquisa teve como público alvo a população adulta brasileira, com 5.021 respondentes. A metodologia escolhida foi recrutamento digital aleatório, com margem de erro de um ponto e nível de confiança de 95%. A coleta foi feita entre os dias 22 e 27 de julho de 2026, com o registro TSE BR-08602/2026.
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