O governo federal prevê investir mais de R$ 1,3 bilhão em ações para reduzir os impactos do El Niño, segundo publicação do ministro das Relações Institucionais, José Nobre Guimarães, nas redes sociais.
De acordo com o ministro, entre as medidas previstas estão a aquisição de cestas de alimentos para populações em situação de vulnerabilidade, ações de prevenção e combate a incêndios florestais e a implantação de Centros de Informação em Saúde e Clima.
Guimarães também afirmou que o governo pretende fortalecer o ForSUS, estrutura voltada à atuação do Sistema Único de Saúde em situações de emergência e desastres.
O governo federal prevê investir mais de R$ 1,3 bilhão em ações para reduzir os impactos do El Niño, segundo publicação desta sexta-feira (7) do ministro das Relações Institucionais, José Nobre Guimarães, nas redes sociais.
De acordo com o ministro, entre as medidas previstas estão a aquisição de cestas de alimentos para populações em situação de vulnerabilidade, ações de prevenção e combate a incêndios florestais e a implantação de Centros de Informação em Saúde e Clima.
Guimarães também afirmou que o governo pretende fortalecer o ForSUS, estrutura voltada à atuação do Sistema Único de Saúde em situações de emergência e desastres.
Segundo a publicação, o governo federal mantém ainda uma Sala de Situação em funcionamento permanente, responsável por acompanhar a evolução do cenário, monitorar os impactos do El Niño e coordenar ações de resposta em conjunto com estados e municípios.
“Em momentos como este, a união faz a diferença. O Governo do Brasil segue ao lado dos estados, dos municípios e da população, trabalhando para proteger vidas e reduzir os impactos dos eventos climáticos extremos”, escreveu.
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O que é o El Niño
O El Niño é um fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial e pode alterar os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões. No Brasil, seus efeitos variam conforme a região e podem incluir mudanças no regime de chuvas e aumento das temperaturas.
As medidas citadas por Guimarães têm como objetivo, segundo a publicação, reduzir os impactos de eventos climáticos extremos e proteger populações vulneráveis.
Na segunda-feira (3), o Instituto Nacional de Metereologia (INMET) divulgou um boletim para alertar sobre uma intensificação climática ao longo neste segundo semestre do ano, com grande probabilidade de que o evento atinja “intensidade muito forte”, entre a primavera e o início do verão. O fenômeno deve permanecer ativo até o início de 2027.
A previsão aponta probabilidade de chuvas abaixo da faixa normal nas regiões Norte, Nordeste e em grande parte do Centro-Oeste do país. No Sul, no sul do estado de São Paulo e de Mato Grosso do Sul, há maior probabilidade de chuvas acima do normal.
A temperatura terá valores acima da média normal em todo o país, com episódios de ondas de calor. Esse fator, associado com a baixa precipitação no centro-norte, gera maior potencial para queimadas na região.
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