A área da Amazônia sob alertas de desmatamento caiu 36% entre agosto de 2025 e julho de 2026, para 2.874,38 km², segundo dados do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O resultado é o menor registrado desde o início da série histórica e representa uma redução de 55,6% em relação à média dos últimos dez anos.
No Cerrado, os alertas também recuaram. A área identificada pelo Deter no período foi de 5.119,46 km², uma queda de 7,8% na comparação com os 12 meses anteriores. É o menor resultado registrado no bioma nos últimos cinco anos.
A área da Amazônia sob alertas de desmatamento caiu 36% entre agosto de 2025 e julho de 2026, para 2.874,38 km², segundo dados do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O resultado é o menor registrado desde o início da série histórica e representa uma redução de 55,6% em relação à média dos últimos dez anos.
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No Cerrado, os alertas também recuaram. A área identificada pelo Deter no período foi de 5.119,46 km², uma queda de 7,8% na comparação com os 12 meses anteriores. É o menor resultado registrado no bioma nos últimos cinco anos.
Os dados foram apresentados nesta sexta-feira (7), durante um evento no INPE, em São José dos Campos (SP), que contou com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A visita ocorreu no contexto das comemorações pelos 65 anos do instituto, criado em 1961.
Quedas também em outros biomas
Além dos dados mais recentes de Amazônia e Cerrado, o INPE divulgou números consolidados do sistema Prodes para a Caatinga, Mata Atlântica e Pampa, referentes ao período de agosto de 2024 a julho de 2025.
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Na Caatinga, foram registrados 2.289,54 km² de área desmatada, uma redução de 34,3% em relação ao período anterior. Na Mata Atlântica, o desmatamento alcançou 402,36 km², queda de 15,32%.
O Pampa apresentou a maior redução proporcional entre os três biomas. A área desmatada foi de 305,48 km², 41,7% menor que no período anterior.
Os dados do Prodes referentes à Amazônia e ao Cerrado no período de 2024 a 2025 já haviam sido divulgados no fim do ano passado, antes da realização da COP30.
Diferença entre Deter e Prodes
O Deter é um sistema de monitoramento que produz alertas diários sobre alterações na cobertura vegetal. As informações são utilizadas para orientar ações de fiscalização e controle do desmatamento.
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Já o Prodes realiza o mapeamento anual da supressão de vegetação nativa e produz dados consolidados usados no acompanhamento de políticas públicas de proteção dos biomas.
O INPE produz estimativas anuais do desmatamento na Amazônia Legal desde 1988. Atualmente, o instituto também monitora a supressão de vegetação nativa nos demais biomas brasileiros.
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