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Polícia mira quadrilha após vítima perder R$ 37 milhões em golpe

Operação "Criptoabate" investiga golpes com falsas plataformas de investimentos em três estados no Brasil

Polícia Civil de São Paulo participa de operação contra golpes em plataformas falsas de investimento | Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Polícia Civil de São Paulo participa de operação contra golpes em plataformas falsas de investimento | Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A Polícia Civil de São Paulo participa nesta quinta-feira (13) de uma operação contra uma quadrilha especializada em golpes com falsas plataformas de investimentos. A ação foi deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul e começou após uma pessoa relatar um prejuízo superior a R$ 37 milhões com o golpe.

Chamada “Operação Criptoabate”, a ação cumpre 10 mandados de prisão preventiva e outros 16 de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A maioria — 10 de busca e oito de prisão — é cumprida na capital paulista.

A Polícia Civil de São Paulo participa nesta quinta-feira (13) de uma operação contra uma quadrilha especializada em golpes com falsas plataformas de investimentos. A ação foi deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul e começou após uma pessoa relatar um prejuízo superior a R$ 37 milhões com o golpe.

Chamada “Operação Criptoabate”, a ação cumpre 10 mandados de prisão preventiva e outros 16 de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A maioria — 10 de busca e oito de prisão — é cumprida na capital paulista.

De acordo com as investigações, os envolvidos possuíam uma estrutura organizada para captar vítimas, disponibilizar contas bancárias para movimentar dinheiro, mediar operações financeiras e então converter os valores em criptomoedas, como forma de lavar o dinheiro.

No decorrer das apurações, foram identificadas ao menos 140 possíveis vítimas.

A ação conta com apoio de equipes especializadas da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

“A atuação da DCCiber em São Paulo demonstra a importância da integração entre as Polícias Civis no combate a crimes cibernéticos e financeiros que ultrapassam as fronteiras dos estados. O foco é contribuir para a desarticulação dessa estrutura criminosa, identificar outros envolvidos e possíveis vítimas”, afirmou o delegado Paulo Barbosa, responsável pela Divisão de Crimes Cibernéticos.

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