A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para sair de casa e realizar uma consulta odontológica com a nora, a dentista Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, esposa do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Bolsonaro está em prisão domiciliar desde março.
O pedido foi apresentado pela defesa nesta sexta-feira (14) e prevê o atendimento na próxima sexta-feira (21), a partir das 14h, em um consultório localizado no Lago Sul, em Brasília. Os advogados solicitaram que Bolsonaro possa deixar a residência exclusivamente para o deslocamento, atendimento e retorno para casa.
“Requer, portanto, que seja autorizada a saída do Peticionário de sua residência, exclusivamente para a realização da referida consulta odontológica, pelo período necessário ao deslocamento, atendimento e retorno, observadas as medidas de fiscalização pertinentes”, disse a defesa no pedido.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para sair de casa e realizar uma consulta odontológica com a nora, a dentista Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, esposa do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Bolsonaro está em prisão domiciliar desde março.
O pedido foi apresentado pela defesa nesta sexta-feira (14) e prevê o atendimento na próxima sexta-feira (21), a partir das 14h, em um consultório localizado no Lago Sul, em Brasília. Os advogados solicitaram que Bolsonaro possa deixar a residência exclusivamente para o deslocamento, atendimento e retorno para casa.
“Requer, portanto, que seja autorizada a saída do Peticionário de sua residência, exclusivamente para a realização da referida consulta odontológica, pelo período necessário ao deslocamento, atendimento e retorno, observadas as medidas de fiscalização pertinentes”, disse a defesa no pedido.
Segundo o documento, Fernanda é registrada no Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal (CRO-DF).
Prisão domiciliar
Bolsonaro cumpre atualmente pena de 27 anos e 3 meses de prisão e está em domiciliar humanitária desde 24 de março de 2026, por determinação de Moraes. A medida foi inicialmente autorizada por 90 dias para que o ex-presidente se recuperasse de uma broncopneumonia.
Em julho, Moraes determinou restrições adicionais após considerar que Bolsonaro havia descumprido as condições da prisão domiciliar. A decisão ocorreu depois que Flávio Bolsonaro divulgou uma carta atribuída ao pai, na qual o ex-presidente o indicava como porta-voz e reafirmava apoio à sua candidatura.
Como consequência, o ministro proibiu Flávio de visitar o pai por 90 dias e determinou que Bolsonaro não receba visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de 2026. Moraes também suspendeu as visitas em geral por 30 dias, mantendo exceções para a equipe médica, fisioterapêutica e os advogados.
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