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USP mantém 2º lugar em ranking de melhores universidades da América Latina

Universidade chilena mantém a liderança; Unicamp, UFRJ e Unesp também estão entre as dez primeiras da lista

Vista aérea de um campus universitário com prédios baixos de telhado em serrilha, uma torre alta no centro de uma grande praça gramada, avenidas arborizadas com carros estacionados e arranha-céus ao fundo.
Cidade Universitária da USP, que divide o segundo lugar do ranking com a Unicamp (Crédito: Hector.carvalho/Wikimedia Commons)

A Universidade de São Paulo (USP) ficou, pelo segundo ano consecutivo, em segundo lugar no ranking de melhores universidades da América Latina e do Caribe 2027, seguida da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A lista foi divulgada nesta quinta-feira (1º) pela consultoria QS Quacquarelli Symonds e reúne 517 instituições da região.

A primeira colocação continua com a Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC), que também liderava a edição anterior.

Na quarta posição, está o Tecnológico de Monterrey. A instituição segue como a mais bem colocada do México.

O grupo das dez primeiras teve poucas mudanças em relação ao ranking de 2026. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) segue em quinto, e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) ficou sozinha em sexto lugar, posição que dividia com a Universidade do Chile na edição anterior. A instituição chilena caiu uma posição e agora ocupa o sétimo lugar.

Completam a lista das 10 primeiras, a Universidade dos Andes, na Colômbia; a Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) e Universidade de Buenos Aires (UBA), da Argentina.

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Brasil lidera em número de universidades

O Brasil segue como o país mais representado no ranking. São 137 universidades avaliadas, sendo que quatro delas estão entre as dez primeiras. Na sequência aparecem a Colômbia, que soma 70 instituições, e o México, com 69.

Além de estar em segundo no ranking, a USP lidera a região em três indicadores: rede internacional de pesquisa, artigos publicados por docente e impacto na internet.

O país também foi o que teve mais instituições subindo de posição em números absolutos, com 24 universidades melhorando sua colocação. O maior avanço brasileiro foi o da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), que ganhou 17 posições e chegou ao 134º lugar, impulsionada por melhoras em reputação acadêmica e na proporção entre professores e alunos.

O Brasil responde ainda por cinco das 20 instituições que estreiam na lista deste ano, mesmo número do Equador.

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Outros países

O Uruguai teve todas as suas quatro universidades subindo de posição. Entre os países com pelo menos dez instituições no ranking, o destaque foi o Equador, onde 55% das universidades avançaram, a maior proporção do grupo. A Universidade San Francisco de Quito passou a ser a mais bem colocada do país, em 29º lugar.

Na Argentina, que tem 46 universidades no ranking, a Universidade de Buenos Aires (UBA) manteve o décimo lugar e segue à frente das demais instituições do país. O Chile soma 42, quatro delas entre as 20 primeiras.

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A maior subida de toda a lista foi da Universidade Latina da Costa Rica, que avançou 30 posições até o 120º lugar. Por fim, o Haiti apareceu pela primeira vez em um ranking da QS, com a Université Quisqueya.

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