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Queda de avião da PM deixa três policiais mortos no interior de MG

Um tenente-coronel e duas tenentes estavam a bordo da aeronave, que caiu em Santana do Paraíso durante voo de rechecagem

Policial militar de farda bege e boné com a inscrição PMMG fala diante de vários microfones de emissoras de imprensa, em frente a um painel quadriculado com o brasão e a sigla da Polícia Militar de Minas Gerais.
Em coletiva, Coronel Flávio Santiago, diretor de Comunicação da PMMG, se emocionou ao confirmar a morte de três colegas (Crédito: Reprodução/PMMG)

Três agentes da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) morreram nesta sexta-feira (9) na queda de um avião da corporação em Santana do Paraíso. A aeronave, um Pegasus 17, fazia um voo de rechecagem de habilitação e caiu nas proximidades do km 43 da BR-458.

Segundo a PMMG, o avião deixou o hangar entre 15h e 16h com destino a Ipatinga. O voo era comandado pelo tenente-coronel Silvestre, um dos instrutores mais experientes da instituição, com mais de 5 mil horas de voo. Também estavam a bordo as tenentes Emília e Alice, com média de 300 horas de voo cada.

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O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 16h15 e enviou duas equipes ao local. Ao chegarem, os militares constataram que o acidente era muito grave e que os tripulantes não tinham sobrevivido.

De acordo com a PM, a aeronave havia sido atualizada, com a troca de todos os equipamentos, e estava com a manutenção regularizada. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vai apurar as causas da queda.

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As famílias das vítimas estão sendo comunicadas pela corporação. O tenente-coronel Silvestre tinha 49 anos e deixa a esposa e três filhos. A tenente Emília era mãe de duas crianças pequenas. As duas oficiais tinham entre 33 e 34 anos. Os nomes completos não foram divulgados.

Durante a coletiva de imprensa, o coronel Flávio Santiago destacou a trajetória do oficial e lembrou os “mais de 2.000 transplantes ocorridos e boa parte deles na mão do tenente coronel Silvestre”.

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