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Milei anuncia fim do controle cambial na Argentina para 2026

- O controle cambial, conhecido como "cepo", limita acesso a dólares desde 2019. - Javier Milei planeja eliminar o "cepo" até 2026, podendo antecipar com FMI. - Redução da desvalorização diária do peso de 2% para 1% pode estabilizar mercado. - Medidas visam beneficiar empresas de petróleo e gás, como YPF e Vista. - Expectativa de crescimento econômico pode impactar setores e inflação na Argentina.

Desde 2019, o controle cambial conhecido como “cepo” tem restringido o acesso a dólares na Argentina, uma medida adotada para conter a desvalorização do peso em meio a uma hiperinflação. Essa restrição gerou um mercado paralelo, onde o dólar blue, determinado pela oferta e demanda, reflete o valor real da moeda local. Na segunda-feira, 3 […]

Desde 2019, o controle cambial conhecido como “cepo” tem restringido o acesso a dólares na Argentina, uma medida adotada para conter a desvalorização do peso em meio a uma hiperinflação. Essa restrição gerou um mercado paralelo, onde o dólar blue, determinado pela oferta e demanda, reflete o valor real da moeda local.

Na segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025, o presidente argentino, Javier Milei, anunciou planos para eliminar esse controle até 2026, podendo antecipar a mudança caso um novo acordo com o FMI seja firmado. O controle cambial limita a disponibilidade de dólares, considerados um valor seguro em uma economia marcada pela perda de poder de compra do peso.

Milei também mencionou a redução do “crawling peg”, que passou de 2% para 1%, como um passo inicial para a eliminação do controle. O Bradesco BBI avaliou que essa medida pode apoiar a desaceleração da inflação e a aceleração da atividade econômica. A declaração do presidente encerra as incertezas sobre a data de eliminação do controle cambial.

O crescimento econômico da Argentina será um ponto crucial nas discussões futuras, considerando as distorções entre os setores. O BBI destacou que, apesar da data de eliminação estar mais distante do que o esperado, ela pode ser antecipada dependendo da inflação e dos níveis de câmbio. Essa mudança pode beneficiar empresas do setor de petróleo e gás, como YPF e Vista, além de facilitar a venda da operação de combustíveis da Raízen na Argentina.

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