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Azevedo & Travassos compra 13 campos de petróleo da Brava Energia por US$ 15 milhões

- Azevedo & Travassos comprou 13 campos da Brava Energia por US$ 15 milhões. - A transação inclui responsabilidade pelo abandono dos ativos, estimado em US$ 21 milhões. - Campos adquiridos possuem 125 milhões de barris de óleo “in place” no total. - A operação aguarda aprovação da ANP e visa otimização do portfólio da Brava. - JPMorgan e BBI veem a venda como positiva, reforçando a estratégia da Brava.

A petroleira Azevedo & Travassos adquiriu treze campos de produção conhecidos como Polo Porto Carão e Polo Barrinha, controlados por subsidiárias da Brava Energia, por US$ 15 milhões. A transação foi realizada por meio da subsidiária AZTE e da empresa canadense PetroVictory Energy Corp. A operação dos campos ficará sob a responsabilidade da Azevedo & […]

A petroleira Azevedo & Travassos adquiriu treze campos de produção conhecidos como Polo Porto Carão e Polo Barrinha, controlados por subsidiárias da Brava Energia, por US$ 15 milhões. A transação foi realizada por meio da subsidiária AZTE e da empresa canadense PetroVictory Energy Corp. A operação dos campos ficará sob a responsabilidade da Azevedo & Travassos Petróleo, após a aprovação da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O Polo Porto Carão, situado na Bacia Potiguar Terrestre, no Rio Grande do Norte, possui quatro contratos de concessão e quatro campos de produção: Porto Carão, Serraria, Lagoa Aroeira e Carcará. O Polo Barrinha, também na mesma bacia, conta com sete contratos de concessão e nove campos, incluindo Pintassilgo, Barrinha e Pedra Sentada. Juntos, os campos têm cerca de 125 milhões de barris de óleo “in place” e, em 2024, devem produzir 253 barris de óleo equivalente (boe) por dia.

A Brava Energia (BRAV3) anunciou a venda das concessões em um comunicado, destacando que todo o óleo produzido durante a transição será vendido para sua refinaria, com o valor abatido da transação. O consórcio comprador também assumirá a responsabilidade pelo abandono dos ativos, estimado em US$ 21 milhões. O JPMorgan avaliou positivamente o desinvestimento, alinhado à estratégia de otimização do portfólio da Brava.

A conclusão da transação depende de condições precedentes, especialmente a aprovação da ANP. O JPMorgan manteve a recomendação de compra com preço-alvo de R$ 31, enquanto o BBI observou que a venda reflete os esforços da Brava em racionalizar sua base de ativos. A ação da Brava subiu 0,15%, cotada a R$ 20,79 às 11h47 (horário de Brasília).

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