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Mercados asiáticos enfrentam pressão com tensões entre EUA e Europa e decisões monetárias iminentes

- Os mercados financeiros globais enfrentam tensões entre EUA e Europa, impactando ações. - Futuros de ações em Nova York estão em alta, mas mercados à vista fechados. - Cúpula de emergência em Paris discutirá segurança da Ucrânia e retaliações. - Reserve Bank of Australia pode cortar juros, refletindo inflação em queda. - Expectativas de dados econômicos importantes nos EUA influenciam decisões de mercado.

As ações asiáticas devem enfrentar um início de semana desafiador na manhã de segunda-feira, 17 de fevereiro, devido ao aumento das tensões entre os EUA e a União Europeia, além das decisões de política monetária que se aproximam dos bancos centrais. Os futuros de ações na Austrália e Hong Kong indicam perdas, enquanto os do […]

As ações asiáticas devem enfrentar um início de semana desafiador na manhã de segunda-feira, 17 de fevereiro, devido ao aumento das tensões entre os EUA e a União Europeia, além das decisões de política monetária que se aproximam dos bancos centrais. Os futuros de ações na Austrália e Hong Kong indicam perdas, enquanto os do Japão permanecem estáveis. O S&P 500 teve uma leve variação na sexta-feira, 14, e os títulos do Tesouro dos EUA subiram, com expectativas de um possível corte nas taxas pelo Federal Reserve em setembro, após uma queda nas vendas no varejo.

O clima cauteloso dos investidores é intensificado por planos tarifários do presidente Donald Trump, que provocaram ameaças de retaliação da Europa. O vice-presidente JD Vance criticou aliados europeus em uma conferência de segurança, enquanto as negociações para encerrar a guerra na Ucrânia deixaram a Europa à margem. Marc Chandler, estrategista-chefe da Bannockburn Global Forex, destacou que a “falta de visibilidade” da administração dos EUA gera incertezas no mercado.

Os investidores também estão atentos a dados macroeconômicos, com decisões de política monetária programadas para esta semana. O Reserve Bank of Australia deve iniciar um ciclo de cortes de juros na terça-feira, 18, e o banco central da Nova Zelândia deve seguir com flexibilizações na quarta-feira, 19. Economistas do Societe Generale preveem que a inflação em queda permitirá ao RBA iniciar sua flexibilização.

Além disso, as ações da China estão em foco após um aumento de 2,3% em um indicador de ações listadas nos EUA, impulsionado pelo otimismo em torno de empresas de inteligência artificial. Kyle Rodda, analista da Capital.com, observou uma “mudança genuína no espírito animal” do mercado, com dados econômicos positivos e inovações tecnológicas alimentando o apetite por risco. A semana também trará leituras de inflação do Japão, Reino Unido e Canadá, além de dados de emprego na Austrália.

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