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Banco Mundial reduz projeção de crescimento do Brasil e da América Latina para 2025

Banco Mundial revisa para baixo crescimento do Brasil e da América Latina, destacando necessidade urgente de reformas estruturais.

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O Banco Mundial cortou suas previsões de crescimento para o Brasil e a América Latina em 2025. O Brasil deve crescer apenas 1,8%, em vez de 2,2%, e a região, 2,1%, ao invés de 2,5%. O relatório aponta que a América Latina terá o menor crescimento do mundo nesse ano, devido a fatores como alta dívida pública, baixa produtividade e incertezas no comércio global, agravadas pela guerra tarifária iniciada por Donald Trump. A relação dívida/PIB na região subiu de 59,4% em 2019 para 63,3% em 2024. Apesar da queda na pobreza, 24,4% da população ainda deve viver abaixo da linha da pobreza em 2024. Carlos Felipe Jaramillo, do Banco Mundial, afirmou que os países precisam ajustar suas estratégias e fazer reformas para aumentar a produtividade e a competitividade, além de focar em transição energética e inteligência artificial. O relatório também menciona que a Argentina deve crescer 5,5% em 2024, enquanto o México deve ter crescimento de 0%, enfrentando desafios fiscais e de infraestrutura.

O Banco Mundial revisou suas projeções de crescimento para o Brasil e a América Latina, reduzindo as expectativas para 2025. O crescimento do Brasil foi cortado de 2,2% para 1,8%, enquanto a previsão para a região caiu de 2,5% para 2,1%. A instituição destacou a necessidade de reformas estruturais e adaptação às novas condições econômicas globais.

O relatório, divulgado nesta quarta-feira, aponta que a América Latina terá o menor crescimento do mundo em 2025. Entre os fatores que influenciaram essa revisão estão a alta dívida pública, a baixa produtividade e a incerteza no comércio global, exacerbada pela guerra tarifária iniciada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O Banco Mundial também observou que a relação dívida/PIB na região aumentou de 59,4% em 2019 para 63,3% em 2024. A pobreza monetária, embora em queda, deve permanecer alta, com estimativas indicando que 24,4% da população da América Latina viverá abaixo da linha da pobreza em 2024.

Carlos Felipe Jaramillo, vice-presidente do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe, afirmou que os países da região precisam “recalibrar suas estratégias” e implementar reformas que aumentem a produtividade e a competitividade. A transição energética e o desenvolvimento da inteligência artificial também foram destacados como áreas que exigem atenção.

Além disso, o relatório menciona que a Argentina deve crescer 5,5% em 2024, impulsionada por um novo acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Em contraste, o México enfrentará estagnação, com crescimento projetado de 0%. A situação fiscal frágil e a necessidade de investimentos em infraestrutura são desafios que os governos da região devem enfrentar para estimular o crescimento econômico.

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