O número de imóveis à venda em leilões no Brasil aumentou muito desde a pandemia. Em 2024, a Caixa Econômica Federal leiloou 51 mil unidades, quase seis vezes mais do que em 2022. Atualmente, há cerca de 26 mil imóveis disponíveis para leilão, o mesmo número que foi leiloado em todo o ano de 2023. Os leilões são online e os interessados devem acessar os editais no site do leiloeiro. A Superbid Exchange, que também trabalha com bancos privados, viu um aumento de 86% no número de leilões de imóveis, passando de 10 mil para 16 mil propriedades. O preço médio dos imóveis leiloados subiu de R$ 346,2 mil para R$ 361,3 mil. A alta na inadimplência e a dificuldade em pagar financiamentos imobiliários são as principais razões para o aumento nos leilões. Durante a pandemia, muitos bancos preferiram renegociar dívidas em vez de retomar imóveis, o que resultou em um acúmulo de inadimplência. A Caixa ofereceu alternativas para evitar a retomada de imóveis, como pausas nos pagamentos. Especialistas acreditam que, com a alta das taxas de juros, o número de leilões deve continuar crescendo em 2025, atraindo tanto investidores quanto pessoas que buscam moradia. Os imóveis leiloados podem ter descontos de até 60%. Até 7 de março, há 510 propriedades da Caixa disponíveis, com lances iniciais variando de R$ 27,8 mil a R$ 1,2 milhão. Os imóveis estão em várias regiões do Brasil, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. O pagamento deve ser feito à vista, e os interessados precisam gerar o boleto no site da Caixa. Além disso, leilões de outros bancos também estão programados para o dia 27 de fevereiro, com imóveis em diversas localidades e descontos significativos.
O volume de imóveis à venda em leilões no Brasil aumentou significativamente desde a pandemia. A Caixa Econômica Federal, que responde por 70% dos financiamentos imobiliários do país, leiloou 51 mil unidades em 2024, quase seis vezes mais que em 2022. Atualmente, cerca de 26 mil imóveis estão disponíveis no site do banco, número igual ao total leiloado em 2023.
Os leilões são uma resposta à crescente inadimplência e dificuldades financeiras enfrentadas pelos brasileiros. Os descontos podem chegar a 60%. A Superbid Exchange, que também realiza leilões, registrou um aumento de 86% no número de imóveis leiloados em 2023, totalizando 16 mil propriedades. O valor médio dos imóveis leiloados subiu de R$ 346,2 mil em 2023 para R$ 361,3 mil em 2024.
Causas do Aumento
Pedro Gomide, sócio da Smart Leilões, aponta que a dificuldade em pagar financiamentos e dívidas de condomínio e IPTU contribuiu para o aumento dos leilões. Durante a pandemia, muitos bancos optaram por renegociar dívidas, resultando em um acúmulo de inadimplência. A atual situação econômica, com juros e inflação elevados, também impacta negativamente.
A Caixa implementou medidas para evitar a retomada de imóveis, como a pausa no pagamento e a quitação parcial das parcelas. Glauber Araújo, gerente da Superbid Exchange, destaca que facilidades como a quitação das dívidas até o dia do leilão e o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para pagamento incentivam a participação.
Oportunidades de Compra
Até 7 de março, a Caixa realizará leilão de 510 propriedades, com lances iniciais variando de R$ 27,8 mil a R$ 1,2 milhão. Os imóveis estão distribuídos em várias regiões, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Em São Paulo, os preços vão de R$ 44,1 mil por um terreno a R$ 312,2 mil por uma casa.
Além disso, a Smart Leilões e a Zuk também promovem leilões em 27 de fevereiro, com imóveis em diversas localidades e descontos que podem chegar a 58%. Os interessados devem se cadastrar nos portais das empresas e consultar os editais para participar.
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