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FGC avalia ativos bancários após crise do Banco Master e propõe novas rotinas de fiscalização

FGC planeja novas rotinas para avaliar ativos bancários após crise do Banco Master, visando evitar riscos futuros e fortalecer a governança.

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Após a crise do Banco Master, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) vai começar a avaliar melhor os ativos dos bancos. O FGC protege depósitos de até R$ 250 mil por CPF se um banco quebrar. Atualmente, o fundo só analisa o patrimônio líquido das instituições, mas agora quer olhar também para a qualidade dos investimentos que os bancos fazem com o dinheiro dos clientes. Isso surgiu porque o Banco Master captou R$ 52 bilhões em CDBs, prometendo altos retornos, mas investiu em ativos de baixo valor de mercado, como precatórios e ações problemáticas. Se o Banco Master não for vendido e precisar de resgate, isso pode afetar a liquidez do FGC, que já tem R$ 114 bilhões. As mudanças nas regras estão sendo discutidas entre os bancos e podem ser enviadas ao Banco Central. O objetivo é criar critérios para avaliar os ativos e calcular as contribuições ao fundo. Além disso, há propostas para aumentar a transparência na venda de títulos bancários e para que os bancos que investem em ativos de maior risco paguem mais.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) está revisando suas práticas de avaliação de ativos bancários após a crise do Banco Master. O FGC, que protege depósitos de até R$ 250 mil por CPF, busca evitar riscos semelhantes no futuro. Embora não tenha se manifestado oficialmente, fontes indicam que novas rotinas estão em discussão.

A crise do Banco Master, que captou R$ 52 bilhões em Certificados de Depósito Bancário (CDBs) prometendo altos retornos, levantou preocupações sobre a qualidade dos ativos em que os bancos investem. O Master, que atraiu R$ 30 bilhões em 2022, utilizou recursos em ativos de baixa liquidez, como precatórios e ações problemáticas, o que gerou desconfiança.

Mudanças em Discussão

As propostas em debate incluem a adoção de critérios para avaliar a qualidade dos ativos dos bancos, além de mudanças nas contribuições e na governança do FGC. Atualmente, o fundo analisa apenas o patrimônio líquido das instituições em relação à cobertura dos depositantes. A ideia é que o FGC também considere o risco associado aos ativos.

Caso o Banco Master não seja vendido ao Banco de Brasília (BRB), o FGC poderia enfrentar uma redução significativa em sua liquidez, que era de R$ 114 bilhões em abril. Isso poderia encarecer o crédito para todos os clientes do sistema financeiro.

Propostas de Avaliação

As instituições financeiras estão propondo um mecanismo similar ao que o Banco Central (BC) já utiliza para avaliar a liquidez dos bancos. Isso incluiria a análise das carteiras de crédito e a definição de contribuições ao FGC com base na qualidade dos ativos. A proposta visa aumentar a governança na distribuição de títulos bancários.

Além disso, há discussões sobre a necessidade de maior transparência nas plataformas de investimento. Os papéis emitidos por instituições financeiras não estão sujeitos às mesmas regras de transparência que outros instrumentos de investimento, o que pode gerar conflitos de interesse.

As mudanças propostas visam fortalecer a estrutura do FGC e garantir maior segurança aos depositantes, evitando crises futuras semelhantes à do Banco Master.

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