Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

EUA perdem influência na definição do futuro global, afirma Rubens Ricupero

Tarifas elevadas de Trump geram incertezas globais; negociações com a China buscam amenizar tensões comerciais. O futuro do comércio é incerto.

0:00
Carregando...
0:00

Quatro meses após Donald Trump assumir a presidência dos Estados Unidos, a economia global ainda enfrenta incertezas. As tarifas comerciais altas, parte de sua estratégia “Make America First”, geraram reações de vários países que tentam minimizar os efeitos. Recentemente, Trump começou negociações com a China para reduzir temporariamente as tarifas, com um acordo de 90 dias, buscando aliviar as tensões comerciais. Enquanto isso, países como os da União Europeia estão observando a situação antes de decidir sobre suas próprias tarifas. Rubens Ricupero, ex-ministro da Fazenda, comentou que os EUA não têm mais o poder de definir as regras do comércio mundial, embora ainda possam causar danos. Ele destacou que, apesar do caos, o mundo está se movendo em direção a um comércio mais descentralizado e multilateral. As tarifas de Trump afetam 160 países, com taxas entre 10% e 52%, mas muitos, incluindo o Brasil, continuam suas relações comerciais, ignorando as ações unilaterais dos EUA. Ricupero também afirmou que as ações de Trump não acabaram com a Organização Mundial do Comércio, embora ele tenha desrespeitado algumas regras. A maior parte do comércio ainda segue as normas do GATT, e mudanças unilaterais nas tarifas são consideradas ilegais.

Quatro meses após a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, o cenário econômico global permanece incerto. Em abril, a revista The Economist destacou o que chamou de “Dia da Ruína”, enquanto Trump o considera um “Dia da Libertação”. As tarifas comerciais elevadas, parte de sua estratégia “Make America First”, geraram reações de diversos países, que buscam mitigar os impactos.

Recentemente, Trump iniciou negociações com a China para a redução temporária das tarifas, estabelecendo um acordo de 90 dias. Essa medida, embora não definitiva, reflete uma tentativa de acalmar as tensões comerciais. Outros países, como os da União Europeia, ainda aguardam os desdobramentos antes de tomar decisões sobre tarifas recíprocas.

Rubens Ricupero, ex-ministro da Fazenda, comentou sobre a nova dinâmica do comércio mundial. Ele destacou que os Estados Unidos, embora ainda possam causar danos, não têm mais o poder de determinar as regras globais. “Os Estados Unidos, hoje, não têm mais o poder de determinar como vai ser o mundo”, afirmou Ricupero. Ele observou que, apesar do caos inicial, o mundo está se movendo em direção a uma maior descentralização e multilateralismo.

Os impactos das tarifas de Trump afetam 160 países, com taxas que variam de 10% a 52%. No entanto, muitos países, incluindo o Brasil, continuam a manter suas relações comerciais, ignorando as medidas unilaterais do presidente americano. O comércio global segue, com países como o Brasil mantendo suas vendas para a União Europeia e outros mercados.

Ricupero também ressaltou que as ações de Trump não acabaram com a Organização Mundial do Comércio (OMC), embora ele tenha agido de forma a ignorar algumas regras. O ex-ministro enfatizou que a maioria do comércio ainda é regulamentada pelas normas do GATT, e que mudanças unilaterais nas tarifas são ilegais.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais