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Aprovação de projeto do GOP derruba ações de empresas de energia solar nos EUA

Aprovado projeto que elimina créditos fiscais para energia solar nos EUA, levando ações de empresas do setor a despencar.

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As ações de empresas de energia solar caíram drasticamente após a Câmara dos Representantes dos EUA aprovar um projeto de lei que elimina créditos fiscais importantes para o setor. A Sunrun, que instala painéis solares, viu suas ações despencarem mais de 35%. O projeto de lei afeta empresas que alugam equipamentos, o que é comum na indústria de energia solar. Analistas afirmam que a situação é pior do que o esperado e que a nova legislação prejudica a Lei de Redução da Inflação. Outras empresas, como Enphase e SolarEdge, também enfrentaram quedas significativas, com uma redução de cerca de 18% em suas ações. O projeto também acaba com créditos de investimento e produção de eletricidade para novas instalações de energia limpa. A First Solar, que fabrica painéis solares, teve uma queda menor de 1%, pois os créditos para fabricação não foram afetados. Apesar das dificuldades, alguns analistas acreditam que o Senado pode modificar a proposta.

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou um projeto de lei que elimina créditos fiscais essenciais para a energia solar, impactando negativamente o setor. As ações de empresas como Sunrun e Enphase sofreram quedas significativas após a votação, que ocorreu na quinta-feira, 22 de maio de 2025.

A Sunrun viu suas ações despencarem mais de 35% após a aprovação da legislação, que encerra os créditos fiscais para instaladores que oferecem equipamentos em regime de leasing. Segundo analistas da Jefferies, a situação é considerada um cenário “pior do que o temido” para a energia limpa, afetando cerca de 70% da indústria de energia solar residencial que utiliza esses arranjos.

Outras empresas também enfrentaram perdas. As ações da Enphase e SolarEdge caíram cerca de 18%, devido à expectativa de menor demanda por inversores, enquanto a Array e a Nextracker, que fabricam dispositivos para rastreamento solar, registraram quedas de 14% e 5%, respectivamente. O projeto de lei também extingue créditos de investimento e produção de eletricidade para novas instalações que começarem a construção após 60 dias da promulgação ou que entrem em operação após 31 de dezembro de 2028.

Apesar das perdas, a First Solar, maior produtora de painéis solares dos EUA, teve uma queda de apenas 1%, já que o crédito fiscal para fabricação não foi afetado. O analista Joseph Osha, da Guggenheim, destacou que as subsídios de fabricação permanecem intactos, o que é uma boa notícia para a empresa.

Analistas da Jefferies acreditam que o Senado pode modificar a proposta antes da aprovação final, o que pode trazer mudanças significativas para o setor de energia solar nos Estados Unidos.

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