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Tanure apresenta proposta para aquisição da Braskem e avança nas negociações

Nelson Tanure busca adquirir a Braskem, que enfrenta uma dívida líquida de US$ 6,6 bilhões. A negociação envolve bancos credores e a Petrobras.

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Nelson Tanure fez uma proposta para comprar a Braskem, a maior petroquímica da América Latina, que está com uma dívida de US$ 6,6 bilhões, um aumento de 25% em relação ao ano passado. A Braskem é controlada pela Novonor (Odebrecht), que tem 50,1% das ações, enquanto a Petrobras possui o restante. A negociação envolve também os bancos credores, como Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e BNDES. Tanure e a família Odebrecht estão em conversas, com um memorando assinado para formalizar o interesse na venda. A holding NSP, que controla a participação da Odebrecht na Braskem, está em recuperação judicial e deu a Tanure um prazo de 90 dias para finalizar a negociação. Após a venda, os Odebrecht ficariam com cerca de 5% da empresa. A Petrobras, que tem direito de preferência na compra, já se reuniu com Tanure, mas isso não garante um acordo. A mudança de controle da Braskem precisa da aprovação dos bancos credores, que já foram informados sobre a proposta de Tanure. A situação financeira da Braskem continua sendo acompanhada de perto.

Nelson Tanure apresentou uma proposta para adquirir a Braskem, a maior petroquímica da América Latina, que enfrenta uma dívida líquida de US$ 6,6 bilhões, um aumento de 25% em relação ao ano anterior. A Novonor (Odebrecht) controla 50,1% das ações da empresa, enquanto a Petrobras possui o restante. A transação exigirá negociações com os bancos credores, incluindo Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e BNDES.

A negociação entre Tanure e a família Odebrecht está em andamento, com um memorando de entendimentos assinado para formalizar o interesse na compra. A holding NSP, que detém a participação da Odebrecht na Braskem, está em recuperação judicial e concedeu a Tanure um prazo de 90 dias de exclusividade para concluir a negociação. Após a transação, os Odebrecht ficariam com cerca de 5% da empresa.

A Petrobras, que possui direito de preferência na compra da participação da Odebrecht, já se reuniu com Tanure. Embora tenha sinalizado um “vai em frente”, isso não garante um acordo formal. A mudança de controle da Braskem também requer a aprovação dos bancos credores, que foram informados sobre o interesse de Tanure na aquisição. A situação financeira da Braskem continua a ser monitorada de perto, dado seu contexto delicado.

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