As ações da Usiminas caíram 5,07% nesta terça-feira, 17 de outubro, após o Itaú BBA rebaixar a recomendação para a empresa de compra para neutro. O banco explicou que os preços do aço plano no Brasil caíram mais rápido do que o esperado. Além disso, o Itaú BBA revisou suas previsões, indicando que os custos de produção devem ser menores do que o previsto. A competição com produtos importados e a valorização do real podem afetar os preços e a demanda no mercado até 2025. A Usiminas enfrenta um cenário difícil e precisa se adaptar rapidamente para lidar com esses desafios.
As ações da Usiminas apresentaram uma queda significativa nesta terça-feira, 17 de outubro, após o Itaú BBA rebaixar a recomendação para a empresa de compra para neutro. O banco justificou a decisão pela rápida deterioração nos preços do aço plano no Brasil, que superou as expectativas do mercado. Às 10h25, os papéis da siderúrgica caíam 5,07%, cotados a R$ 4,68.
O Itaú BBA também revisou suas projeções, prevendo um desempenho de custos inferior ao esperado. O aumento moderado do custo de produção em caixa por tonelada (cash COGS/ton) está previsto para o segundo trimestre de 2025, em comparação com o trimestre anterior. A análise do banco destaca uma perspectiva desafiadora para os produtores de aço plano no Brasil.
Desafios do Setor
A intensa competição com produtos importados, aliada à recente valorização do real, pode impactar negativamente os preços internos e a demanda no segundo semestre de 2025. O cenário atual reflete um ambiente de negócios complicado para a Usiminas, que já enfrentava dificuldades devido às flutuações nos preços do aço e à concorrência crescente.
A situação atual exige atenção dos investidores, que devem considerar as novas diretrizes do Itaú BBA ao avaliar suas estratégias de investimento. A siderúrgica, um dos principais players do setor, precisa se adaptar rapidamente às mudanças do mercado para mitigar os efeitos adversos e buscar recuperação em um cenário desafiador.
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