O mercado de luxo está vendo um aumento grande nos preços de bolsas e joias, com itens como as bolsas Birkin e Kelly da Hermès se tornando investimentos valiosos. O valor de revenda dessas bolsas agora é maior que o do ouro, fazendo com que muitos compradores as vejam como ativos financeiros. Desde 2019, os preços das bolsas de luxo quase dobraram, o que levanta dúvidas sobre seu verdadeiro valor. Algumas marcas estão usando materiais sintéticos, o que pode afetar a percepção de qualidade. Já as joias têm tido um aumento de preços mais moderado, cerca de 3% ao ano. Por exemplo, um anel da Tiffany & Co custa entre 4.850 e 5.050 reais, enquanto uma joia da Pandora com diamantes de laboratório começa em 1.500 reais. Em comparação, uma bolsa da Louis Vuitton custa pelo menos 11.400 reais. A Louis Vuitton enfrenta problemas de produção, como a falta de trabalhadores qualificados, resultando em desperdícios de até 40% das peles de couro. James Firestein, da plataforma OpenLuxury, destaca que o valor de revenda das bolsas Birkin e Kelly superou o do ouro nos últimos dez anos, com 75% dos proprietários usando as bolsas e 25% mantendo-as como investimentos. Os preços no setor de moda e couro subiram durante e após a pandemia, impulsionados por um fenômeno chamado “compras por vingança”. Marcas como a Louis Vuitton aumentaram os preços rapidamente, enquanto joalherias, como a Richemont, adotaram uma abordagem mais lenta, resultando em um crescimento de 11% no último trimestre. As joias atraem consumidores por seu valor de herança, passando de geração para geração, enquanto as bolsas, apesar de populares, não têm a mesma tradição.
O mercado de luxo tem experimentado um crescimento acentuado nos preços de bolsas e joias, com itens como as bolsas Birkin e Kelly da Hermès se destacando como investimentos valiosos. Recentemente, o valor de revenda dessas bolsas superou o do ouro, atraindo compradores que as veem como ativos financeiros.
Desde 2019, os preços das bolsas de luxo quase dobraram, levantando questionamentos sobre a real valorização desses produtos. Algumas marcas têm utilizado materiais sintéticos, o que pode impactar a percepção de valor. Em contraste, o aumento dos preços das joias foi mais moderado, com um crescimento de cerca de 3% ao ano, segundo dados da UBS.
Comparação de Preços
Um anel da Tiffany & Co, por exemplo, pode custar entre 4.850 e 5.050 reais, enquanto uma joia da Pandora com diamantes de laboratório inicia em 1.500 reais. Em comparação, uma bolsa da Louis Vuitton não sai por menos de 11.400 reais. A Louis Vuitton, parte do conglomerado LVMH, enfrenta desafios na produção, como a escassez de trabalhadores qualificados, resultando em desperdícios de até 40% das peles de couro.
James Firestein, fundador da plataforma OpenLuxury, afirma que “o valor de revenda das bolsas Birkin e Kelly nos últimos 10 anos ultrapassou o do ouro”. Ele observa que muitos compradores consideram essas bolsas não apenas acessórios, mas investimentos. Estima-se que 75% dos proprietários de Birkin utilizam as bolsas, enquanto 25% as mantêm como ativos.
Tendências no Mercado
Os aumentos de preços no setor de moda e couro ocorreram durante e após a pandemia, impulsionados pelas chamadas “compras por vingança”. Marcas como a Louis Vuitton optaram por aumentos de preços a curto prazo, enquanto joalherias, como a Richemont, adotaram uma abordagem mais gradual. Essa estratégia resultou em um crescimento de 11% no último trimestre para a Richemont.
O apelo das joias reside na sua capacidade de transmitir valor de herança, passando de geração para geração. Apesar do apelo das bolsas, a tradição e a durabilidade das joias continuam a atrair novos consumidores, reafirmando a ideia de que, como dizia Marilyn Monroe, “os diamantes são os melhores amigos de uma garota”.
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