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Shein prepara pedido de IPO confidencial na bolsa de Hong Kong

Shein avança com plano de IPO em Hong Kong, enfrentando desafios de tarifas comerciais dos EUA e busca aprovação da Comissão Reguladora da China.

China: fundo de US$ 48 bi busca reduzir dependência de chips de IA no exterior (Foto: Reprodução)
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A Shein, uma varejista de moda da China, está se preparando para solicitar um IPO na bolsa de Hong Kong até o dia 30 de outubro. Essa é a terceira vez que a empresa tenta abrir capital, após não conseguir aprovação nas bolsas de Nova York e Londres. A Shein vende roupas a preços acessíveis em mais de 150 países e sua abertura de capital é muito esperada. No entanto, a empresa enfrenta desafios, como tarifas comerciais elevadas dos Estados Unidos, que impactaram suas vendas. A avaliação da Shein caiu para US$ 66 bilhões, um terço a menos do que no ano anterior. Antes de seguir com o IPO, a empresa precisa da autorização da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China, e ainda não se sabe se essa aprovação foi dada. Se o IPO for bem-sucedido, pode ajudar Hong Kong a se firmar como um centro importante para captação de recursos. A movimentação do mercado de IPOs em Hong Kong foi de US$ 12,8 bilhões no primeiro semestre deste ano, e a avaliação final da Shein pode ser afetada pelas mudanças nas tarifas comerciais.

A varejista chinesa Shein está se preparando para protocolar um prospecto confidencial de abertura de capital (IPO) na bolsa de Hong Kong. A expectativa é que o pedido seja submetido até 30 de outubro, conforme informações da Reuters. A prática de submissão confidencial permite que empresas avancem no processo regulatório sem divulgar publicamente dados financeiros.

Essa será a terceira tentativa da Shein de abrir capital, após tentativas frustradas nas bolsas de Nova York e Londres, onde não obteve aprovação das autoridades regulatórias chinesas. O IPO da empresa, que vende roupas a preços acessíveis em mais de 150 países, é um dos mais aguardados do ano.

Desafios e Expectativas

A operação ocorre em um cenário desafiador, marcado por tarifas comerciais elevadas dos Estados Unidos. Recentemente, o ex-presidente Donald Trump retirou o tratamento livre de tarifas para encomendas de e-commerce, impactando diretamente as vendas da Shein em seu principal mercado. Avaliada em US$ 66 bilhões na rodada pré-IPO de 2023, a empresa viu sua avaliação cair cerca de um terço em relação ao ano anterior.

Antes de avançar para a audiência final com a bolsa de Hong Kong, a Shein precisa da autorização da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China (CSRC). Até o momento, não está claro se essa aprovação já foi concedida. Se o IPO for aprovado, a Shein poderá reforçar o papel de Hong Kong como um centro global de captação de recursos, especialmente em um momento em que a cidade busca recuperar sua posição no mercado de IPOs.

Impacto no Mercado

A abertura de capital da Shein pode ter um impacto significativo no mercado financeiro de Hong Kong, que movimentou US$ 12,8 bilhões em IPOs e listagens secundárias apenas no primeiro semestre deste ano. A expectativa é que a avaliação final da oferta seja influenciada pelas mudanças nas tarifas comerciais dos EUA, refletindo a complexidade do cenário econômico atual.

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