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Evite armadilhas fiscais na aposentadoria com dicas da UBS

UBS apresenta framework de "cascata de gastos" para aposentados, visando otimizar retiradas e reduzir carga tributária.

Foto: Reprodução
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  • A UBS lançou um framework de “cascata de gastos” para ajudar aposentados a gerenciar retiradas de contas com diferentes tratamentos fiscais.
  • O objetivo é minimizar a carga tributária e otimizar a renda durante a aposentadoria.
  • A estratégia envolve a criação de três “baldes de gastos”: liquidez, longevidade e legado.
  • A ordem das retiradas pode impactar a riqueza após impostos e a longevidade do plano de aposentadoria.
  • A UBS recomenda que aposentados revisitem seus planos anualmente e ajustem conforme necessário.

A UBS lançou um novo framework de “cascata de gastos” para auxiliar aposentados na gestão de retiradas de contas com diferentes tratamentos fiscais. O objetivo é minimizar a carga tributária e otimizar a renda durante a aposentadoria. A estratégia é especialmente relevante, pois os investidores precisam considerar tanto a diversificação de portfólios quanto a diversificação tributária ao se aproximarem dessa fase da vida.

A abordagem da UBS destaca a importância de ter contas com diferentes tratamentos fiscais, como contas tributáveis, tributadas diferidamente (como 401(k) e IRAs tradicionais) e isentas de impostos (como Roth IRAs). Ainsley Carbone, estrategista de patrimônio total da UBS, enfatiza que a ordem das retiradas pode impactar significativamente a riqueza após impostos e a longevidade do plano de aposentadoria. Retiradas de contas tributadas diferidamente são consideradas renda ordinária e podem ser tributadas em até 37%.

Além disso, Carbone alerta para os “torpedos fiscais” que podem surgir ao adiar impostos, forçando aposentados a entrar em faixas de impostos mais altas. Isso pode resultar em custos adicionais, como prêmios mais altos para o Medicare, caso a renda ajustada ultrapasse certos limites. Para evitar essas armadilhas, a UBS recomenda que os aposentados estabeleçam três “baldes de gastos”: um para liquidez, outro para longevidade e um terceiro para legado.

Os aposentados devem comparar seus gastos planejados com a renda esperada. A diferença indicará quanto deve ser retirado de contas tributadas ou vendidas em contas tributáveis. A coordenação com consultores financeiros e tributários é essencial para estimar a renda tributável nos anos que antecedem a aposentadoria e para definir uma meta de taxa de imposto marginal. Essa estratégia ajuda a evitar que os aposentados sejam empurrados para faixas de impostos mais elevadas.

A UBS recomenda que os aposentados revisitem e ajustem seus planos anualmente, já que as circunstâncias podem mudar. O foco deve ser suavizar a renda e as taxas de impostos ao longo do tempo, em vez de otimizar cada dólar retirado.

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