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Governo federal reduz congelamento de R$ 31 bilhões e libera recursos para investimentos

Governo reduz bloqueio orçamentário para R$ 10,7 bilhões, mas alerta para riscos de aumento nas despesas com o Benefício de Prestação Continuada.

Fachada do prédio do Ministério do Planejamento e Orçamento, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF) (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)
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  • O governo brasileiro anunciou a redução do bloqueio orçamentário de R$ 31 bilhões para R$ 10,7 bilhões.
  • A mudança foi divulgada pelo Ministério do Planejamento e ocorreu devido a uma reavaliação positiva das receitas e ajustes no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
  • O Relatório Bimestral de Receitas e Despesas destaca a melhora na arrecadação como um fator crucial para a redução do bloqueio.
  • O economista Fabio Serrano, do BTG Pactual, mencionou que a arrecadação está forte, mas o aumento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) pode elevar o bloqueio em R$ 5 bilhões.
  • Para 2025, o governo projeta um novo déficit de R$ 40,4 bilhões, incluindo R$ 44 bilhões em precatórios não contabilizados na meta fiscal.

O governo brasileiro anunciou a redução do bloqueio orçamentário de R$ 31 bilhões para R$ 10,7 bilhões, conforme divulgado pelo Ministério do Planejamento. Essa mudança foi possível devido a uma reavaliação positiva das receitas e ajustes no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que permitiram um alívio nas despesas.

O Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, que será apresentado hoje, destaca que a melhora na arrecadação e a manutenção do IOF foram fatores cruciais para essa redução. Um assessor do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a reavaliação das receitas “veio muito bem” e que a meta fiscal de déficit zero para 2023 será alcançada sem maiores dificuldades.

De acordo com o relatório do BTG Pactual, o contingenciamento deve ser reduzido em R$ 15 bilhões, resultando em um total de R$ 6 bilhões. O economista Fabio Serrano destacou que a arrecadação está forte, especialmente em tributos relacionados ao mercado de trabalho e rendimentos financeiros. No entanto, o aumento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) pode elevar o bloqueio em R$ 5 bilhões, restringindo o espaço para outras despesas.

Expectativas Futuras

Analistas apontam que, apesar da resiliência da receita, é necessário cautela para o segundo semestre, devido à possível desaceleração econômica. Gabriel Barros, economista-chefe da ARX Investimentos, mencionou que a revisão de gastos com pessoal pode influenciar o aumento do bloqueio.

Para o orçamento de 2025, o governo já projeta um novo déficit, estimado em R$ 40,4 bilhões, incluindo R$ 44 bilhões em precatórios não contabilizados na meta fiscal. A equipe econômica continua a monitorar a situação fiscal, buscando equilibrar a necessidade de investimentos com o cumprimento das metas estabelecidas.

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