- A American Airlines revisou suas previsões financeiras para 2025, projetando um prejuízo por ação de até 20 centavos, bem abaixo das estimativas anteriores de até 2,70 dólares.
- A companhia espera perdas entre 10 e 60 centavos para o terceiro trimestre, gerando preocupações no mercado.
- A revisão ocorre em meio a uma demanda abaixo do esperado para voos domésticos, refletindo incertezas econômicas no setor.
- Em julho, as ações da empresa caíram 6% devido à diminuição na receita doméstica em comparação ao ano anterior.
- No segundo trimestre, a American Airlines reportou um aumento de 0,4% na receita, totalizando 14,39 bilhões de dólares, mas o lucro líquido caiu 16,5%, totalizando 599 milhões de dólares.
A American Airlines revisou suas previsões financeiras para 2025, projetando um prejuízo por ação de até 20 centavos, muito abaixo das estimativas anteriores que variavam entre US$ 1,70 e US$ 2,70. A companhia também espera perdas entre 10 e 60 centavos para o terceiro trimestre, o que gerou preocupações no mercado.
A revisão das expectativas ocorre em um contexto de demanda abaixo do esperado para voos domésticos, refletindo incertezas econômicas que impactam o setor. Em julho, a empresa já havia enfrentado uma queda de 6% em suas ações, resultado da diminuição na receita doméstica em comparação ao mesmo período do ano anterior. O CEO da companhia, Robert Isom, destacou que a hesitação dos passageiros em reservar voos tem pressionado a rede de voos domésticos.
Para o segundo trimestre, a American Airlines reportou um aumento de 0,4% na receita, totalizando US$ 14,39 bilhões, superando as expectativas. No entanto, o lucro líquido caiu 16,5%, totalizando US$ 599 milhões, ou 91 centavos por ação. Ajustando para itens não recorrentes, a companhia registrou ganhos de US$ 628 milhões, ou 95 centavos por ação, acima das previsões de analistas.
A companhia, que continua a oferecer mais destinos e voos do que suas concorrentes, como Delta e United, espera uma recuperação gradual no setor. Contudo, a American Airlines alerta que o cenário pode mudar caso ocorram novas fraquezas macroeconômicas.
Entre na conversa da comunidade