- A Usiminas, siderúrgica mineira, agora tem novos sócios.
- Os irmãos Wesley e Joesley Batista adquiriram 5% da empresa, comprando ações da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).
- A venda foi determinada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) devido a litígios entre a CSN e a Ternium, empresa ítalo-argentina.
- A entrada dos Batista, por meio do veículo de investimentos Globe, pode trazer uma nova dinâmica à relação com a Ternium.
- A expectativa é que a nova composição acionária ajude a Usiminas a focar em crescimento e inovação, superando conflitos anteriores.
Desde a semana passada, a Usiminas, siderúrgica mineira, conta com novos sócios. Os irmãos Wesley e Joesley Batista adquiriram 5% de participação na empresa, comprando as ações da CSN, que foi obrigada a vender devido a determinações do Cade. Essa mudança ocorre em um contexto de litígios entre a CSN e a Ternium, empresa ítalo-argentina que já possui participação na Usiminas.
A aquisição pela Globe, veículo de investimentos dos Batista, traz uma nova dinâmica à sociedade com a Ternium. A empresa de Benjamin Steinbruch, controlador da CSN, enfrentou desafios legais com a Ternium, mas agora espera um ambiente mais estável. Um executivo da Ternium expressou otimismo, afirmando que “nós nos conhecemos” e que a relação comercial anterior, que incluía a venda de gás, pode facilitar a convivência.
A entrada dos Batista na Usiminas é vista como uma oportunidade para fortalecer a posição da siderúrgica no mercado. Com a nova composição acionária, a expectativa é que a empresa consiga superar os conflitos anteriores e se concentrar em estratégias de crescimento e inovação. A movimentação também reflete a busca por um ambiente de negócios mais colaborativo, após anos de disputas judiciais.
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