Gabriel Boric, presidente do Chile, falou na Universidade de Brasília sobre a importância de incluir o Brasil no Conselho de Segurança da ONU. Ele criticou líderes que se afastam de organizações multilaterais, mencionando indiretamente Donald Trump. Boric disse que a governança mundial precisa de reforma, pois as regras atuais não refletem a realidade de hoje. Ele destacou que países como Brasil e Índia devem ter mais representação nas instituições internacionais. Durante o evento, que teve grande público, Boric também defendeu o multilateralismo, afirmando que é necessário que ele beneficie os povos. Além disso, ele compartilhou sua preferência por Sócrates, jogador famoso, em vez de Neymar, e expressou seu carinho pelo Brasil, dizendo que se sentiu em casa na visita.
Gabriel Boric, presidente do Chile, defendeu a inclusão do Brasil no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) durante uma palestra na Universidade de Brasília, nesta quinta-feira, 24 de abril de 2025. Ele criticou líderes que se afastam de instituições multilaterais, fazendo uma referência implícita ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Boric afirmou que é necessário reformar a governança mundial, destacando que o mundo atual não se assemelha ao de mil novecentos e quarenta e cinco, quando as regras atuais foram estabelecidas. O presidente chileno enfatizou que a inclusão de países como Brasil e Índia no Conselho de Segurança é essencial para que as instituições internacionais reflitam a realidade contemporânea.
Durante o evento, que atraiu um grande público, Boric também comentou sobre a importância do multilateralismo. Ele disse: “Enquanto alguns falam de se retirar das Nações Unidas, a gente diz que quer mais multilateralismo, mas que sirva e beneficie nossos povos.” A declaração foi uma crítica direta à postura de Trump, que anunciou a retirada dos EUA de organizações como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Conselho de Direitos Humanos da ONU.
Além das questões políticas, Boric teve um momento descontraído ao falar sobre futebol, mencionando sua preferência por Sócrates, ícone da Democracia Corinthiana, em relação a Neymar. Ele expressou seu apreço pelo Brasil, afirmando que se sentiu em casa durante a visita.
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