O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, causou polêmica ao duvidar da vontade do presidente russo, Vladimir Putin, de acabar com a guerra na Ucrânia. Ele fez essa afirmação no dia 26, contradizendo suas declarações anteriores, onde disse que Moscou e Kiev estavam próximos de um acordo. Em uma postagem na rede social Truth, Trump criticou os ataques russos a civis e sugeriu que Putin poderia não querer a paz, mencionando a possibilidade de novas sanções. Um dia antes, ele comentou sobre uma reunião entre seu enviado especial e Putin, que, segundo ele, mostrava progresso nas negociações. A tensão aumentou após um encontro entre Trump e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, no Vaticano, que Zelensky considerou simbólico e importante para um cessar-fogo. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, também disse que os EUA poderiam parar de mediar se não houvesse avanços nas negociações. Trump criticou Zelensky por prolongar o conflito, enquanto a Rússia intensificava os ataques em Kiev.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gerou controvérsia ao expressar dúvidas sobre a disposição do presidente russo, Vladimir Putin, para encerrar a guerra na Ucrânia. A declaração foi feita no sábado, 26, e contrasta com suas afirmações anteriores, quando disse que Moscou e Kiev estavam “muito perto de um acordo”.
Em uma postagem na rede social Truth, Trump criticou os recentes ataques russos a áreas civis e sugeriu que Putin poderia não querer a paz. “Isso me faz pensar que talvez ele não queira parar a guerra”, afirmou, insinuando a possibilidade de novas sanções contra a Rússia. O republicano havia comentado um dia antes sobre a reunião entre seu enviado especial, Steve Witkoff, e Putin, que, segundo ele, indicava um progresso nas negociações.
A tensão aumentou após um encontro entre Trump e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, no Vaticano, antes do funeral do papa Francisco. Zelensky descreveu a conversa como “muito simbólica” e com potencial para resultados significativos, enfatizando a necessidade de um cessar-fogo e de uma paz duradoura.
A semana foi marcada por declarações do secretário de Estado americano, Marco Rubio, que indicou que os Estados Unidos poderiam abandonar a mediação de um acordo se não houvesse progresso nas negociações. Trump também criticou Zelensky por prolongar o conflito, enquanto a Rússia intensificava os ataques em Kiev.
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