O funeral do papa Francisco, realizado no último sábado no Vaticano, contou com a presença de cerca de 130 delegações e aproximadamente cinquenta líderes mundiais, incluindo o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Durante o evento, Zelensky se encontrou com Donald Trump e líderes europeus, como Emmanuel Macron e Keir Starmer, para discutir a guerra com a Rússia e buscar apoio. Zelensky e Macron conversaram sobre a possibilidade de criar uma força de paz na Ucrânia para garantir segurança e evitar novas invasões. O presidente ucraniano afirmou que está aberto a um cessar-fogo incondicional e quer trabalhar com aliados para isso. Após o funeral, Zelensky descreveu seu encontro com Trump como simbólico e potencialmente histórico, destacando a necessidade de uma paz duradoura. A Casa Branca considerou as conversas produtivas, mas Trump criticou Zelensky por prolongar a guerra e sugeriu que um acordo entre Rússia e Ucrânia está próximo, enquanto Zelensky se recusa a ceder território.
O funeral do papa Francisco, realizado no último sábado, 26, no Vaticano, reuniu cerca de 130 delegações estrangeiras e aproximadamente cinquenta chefes de Estado. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, foi recebido com aplausos e aproveitou a ocasião para discutir a guerra com a Rússia e buscar apoio internacional. Durante o evento, ele se encontrou com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com líderes europeus, incluindo o presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer.
Zelensky e Macron tiveram um “tête-à-tête” sobre novos esforços de paz, conforme relatou o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha. A proposta em discussão envolve a criação de uma força de manutenção de paz na Ucrânia, com o objetivo de garantir segurança e evitar novas invasões russas. Zelensky reiterou que a Ucrânia está disposta a um cessar-fogo incondicional e deseja colaborar com aliados para implementá-lo.
Após o funeral, Zelensky descreveu seu encontro com Trump como “muito simbólico” e com potencial para ser histórico, caso resultem em avanços concretos. O presidente ucraniano enfatizou a necessidade de uma paz duradoura que impeça futuros conflitos. A Casa Branca classificou as conversas como “muito produtivas”.
A semana foi marcada por tensões, com Trump criticando Zelensky por prolongar a guerra e afirmando que a Rússia e a Ucrânia estão “muito próximas de um acordo”. A pressão dos Estados Unidos sobre a Ucrânia para fazer concessões a Moscou continua, enquanto Zelensky mantém sua posição de não ceder território.
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