Donald Trump disse que pode não haver um acordo de paz entre a Ucrânia e a Rússia, citando o ódio entre os líderes Zelensky e Putin. Ele mencionou que pode desistir das negociações, afirmando que chegará um momento em que dirá para os dois continuarem com suas ações. Trump também criticou Putin por atacar áreas civis na Ucrânia, sugerindo que o presidente russo pode não querer acabar com a guerra. Além disso, Trump comentou sobre a deportação de imigrantes, questionando se deve seguir a Constituição dos EUA, que garante o devido processo legal. Ele afirmou que não busca um terceiro mandato, mas deseja passar o cargo para um sucessor republicano.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista à NBC que um acordo de paz entre Ucrânia e Rússia pode não ser viável. “Talvez não seja possível”, disse Trump, referindo-se ao ódio intenso entre o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e o presidente russo, Vladimir Putin. Ele indicou que pode desistir das negociações, afirmando: “Chegará um momento em que eu direi: ‘ok, continue, continue sendo estúpido’.”
Recentemente, Trump e Zelensky assinaram um acordo que permitirá aos EUA acesso a minerais ucranianos. Em troca, os Estados Unidos financiarão investimentos para a reconstrução da Ucrânia. Trump criticou Putin por ataques a áreas civis, afirmando que não havia justificativa para os disparos de mísseis contra cidades e vilarejos. “Isso me faz pensar que, talvez, ele não queira acabar com a guerra e esteja apenas me enrolando”, escreveu Trump em suas redes sociais.
Durante a entrevista, Trump também abordou a questão da deportação de imigrantes, questionando se deveria seguir a Constituição dos EUA nesse aspecto. “Eu não sei. Mas se for esse o caso, então teríamos que fazer um milhão, ou dois milhões, ou três milhões de julgamentos”, declarou. A Constituição garante o direito ao devido processo legal, mesmo para não cidadãos.
Por fim, Trump esclareceu que não busca um terceiro mandato, mas deseja “fazer quatro grandes anos e depois entregar o cargo a alguém, idealmente a um grande republicano.”
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