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França alerta sobre risco de ‘entryism’ islâmico à coesão nacional

Relatório revela infiltração da Irmandade Muçulmana em instituições francesas, acendendo alerta sobre a integração e a secularidade no país.

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Um relatório apresentado ao presidente francês Emmanuel Macron alerta sobre a infiltração da Irmandade Muçulmana nas instituições da França. O documento, feito por dois altos funcionários, diz que essa organização está tentando controlar escolas e órgãos públicos por meio de uma estratégia chamada “entryism”. Após uma reunião importante, Macron pediu ao governo novas propostas para lidar com a situação. O relatório menciona a Federação de Muçulmanos da França como a principal representante da Irmandade no país, controlando 139 locais de culto e 280 associações em áreas como educação e caridade. A FMF nega as acusações, afirmando que é perigoso associá-la a um programa político estrangeiro. O ministro do Interior também expressou preocupação com o islamismo tentando se infiltrar nas instituições. O relatório destaca que a Irmandade Muçulmana, ao perder força no Oriente Médio, está focando na Europa, recebendo apoio financeiro de países como Turquia e Catar. Isso reacende o debate sobre a integração dos muçulmanos na França, onde cerca de 10% da população é muçulmana, em grande parte devido à imigração de países como Argélia e Marrocos.

Um relatório apresentado ao presidente francês Emmanuel Macron nesta quarta-feira (21) alerta sobre a infiltração da Irmandade Muçulmana nas instituições republicanas da França. O documento, elaborado por dois altos funcionários, aponta que essa organização está promovendo uma política de “entryism”, visando controlar escolas e órgãos públicos.

Após a reunião do Conselho de Defesa e Segurança Nacional, Macron solicitou ao governo que apresente novas propostas até o início do próximo mês, dada a gravidade das conclusões do relatório. Um oficial do Palácio do Eliseu destacou que o “entryism” é um fenômeno distinto do separatismo, pois busca alterar as estruturas republicanas de dentro para fora.

O relatório identifica a Federação de Muçulmanos da França (FMF) como a principal representação da Irmandade Muçulmana no país. A FMF controla 139 locais de culto e possui 280 associações em diversas áreas, como educação e caridade. Os autores do relatório afirmam que o objetivo é criar “ecossistemas locais” que moldem a vida dos muçulmanos desde o nascimento até a morte.

A FMF, por sua vez, rejeitou as acusações, afirmando que associá-la a um programa político estrangeiro é perigoso e contraproducente. O ministro do Interior, Bruno Retailleau, alertou sobre o islamismo que tenta se infiltrar nas instituições, com o intuito de implementar a sharia na sociedade francesa.

O relatório também menciona que a Irmandade Muçulmana, ao perder influência no Oriente Médio, está direcionando seus esforços para a Europa, com apoio financeiro de países como Turquia e Catar. O documento reacende o debate sobre a integração dos muçulmanos na França, onde cerca de 10% da população é muçulmana, em grande parte devido à imigração de países como Argélia e Marrocos.

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