Mais de 70 membros do Parlamento Europeu vão participar da marcha do Pride em Budapeste, Hungria, para protestar contra a nova lei que proíbe eventos LGBTQ no país. Essa legislação foi aprovada com a justificativa de “proteção infantil” e permite o uso de reconhecimento facial para identificar os participantes. Os organizadores do Budapest Pride confirmaram que o evento acontecerá em 28 de junho e convidaram aliados e ativistas a se juntarem à marcha. Kim van Sparrentak, co-presidente do Intergrupo da União Europeia, disse que a presença deles é para apoiar a comunidade LGBTIQ+ e ressaltar que o Pride é um protesto. Marc Angel, também co-presidente do Intergrupo, destacou a importância do direito de assembleia e expressou apoio aos húngaros que defendem a democracia. Em resposta à nova lei, 20 países da União Europeia assinaram uma carta pedindo a revisão das leis anti-LGBTIQ+, solicitando que a Comissão Europeia tome medidas legais, incluindo a possibilidade de cortar o financiamento da UE para a Hungria.
Mais de 70 membros do Parlamento Europeu planejam participar da marcha do Pride em Budapeste, Hungria, desafiando a recente proibição de eventos LGBTQ no país. A legislação, aprovada por parlamentares húngaros, proíbe essas celebrações sob a justificativa de “proteção infantil” e permite o uso de tecnologia de reconhecimento facial para identificar os participantes.
Organizadores do Budapest Pride reafirmaram sua determinação em realizar o evento, marcado para 28 de junho, e convocaram “aliados internacionais, ativistas e amigos” a se juntarem à marcha. A co-presidente do Intergrupo da União Europeia, Kim van Sparrentak, afirmou que sua presença visa apoiar a comunidade LGBTIQ+ húngara e destacar que “Pride é um protesto”.
Marc Angel, também co-presidente do Intergrupo, enfatizou a importância de defender o direito de assembleia como um direito fundamental europeu. Ele expressou solidariedade com os cidadãos húngaros que acreditam na democracia e na Europa, afirmando que a situação atual representa um ataque à sociedade civil.
Em resposta à legislação húngara, 20 países da União Europeia assinaram uma carta pedindo a revisão das leis anti-LGBTIQ+. O documento, que destaca preocupações sobre a liberdade de expressão e o direito à privacidade, solicita à Comissão Europeia que utilize ferramentas legais para abordar a questão, incluindo a possibilidade de interromper o financiamento da UE a Hungria.
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