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STJ rejeita pedido inusitado de prisão contra Vladimir Putin

STJ arquiva habeas corpus contra Vladimir Putin, que não participará da cúpula do Brics no Brasil em julho.

Presidente russo, Vladimir Putin, durante as celebrações dos 80 anos da vitória soviética sobre os nazistas (Foto: Gavriil Grigorov / Pool / AFP)
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O Superior Tribunal de Justiça arquivou um pedido que pedia a prisão do presidente da Rússia, Vladimir Putin, por um mandado do Tribunal Penal Internacional que o acusa de deportação ilegal de crianças ucranianas. O presidente do STJ, Herman Benjamin, rejeitou o pedido em 14 de novembro de 2024, considerando-o sem fundamento. Após isso, o autor do pedido recorreu ao Supremo Tribunal Federal, que decidiu encerrar o processo. Em 7 de maio, o vice-presidente do STJ, Luis Felipe Salomão, determinou o arquivamento do caso. Além disso, a Rússia confirmou que Putin não irá à cúpula do Brics, que acontecerá no Rio de Janeiro em julho, devido às tensões internacionais e às questões legais relacionadas ao mandado de prisão.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) arquivou um habeas corpus que solicitava o cumprimento do mandado de prisão contra o presidente da Rússia, Vladimir Putin, emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) em março de 2023. O TPI acusa Putin de deportação ilegal de crianças ucranianas durante a guerra. O pedido ao STJ argumentava que o Brasil, como signatário do Estatuto de Roma, deveria cumprir o mandado caso Putin estivesse em território brasileiro.

O presidente do STJ, Herman Benjamin, negou o pedido em 14 de novembro de 2024, considerando-o “inusitado e desprovido de fundamentação adequada”. Após a negativa, o autor do habeas corpus recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o fim do processo, declarando o trânsito em julgado. Em 7 de maio, o vice-presidente do STJ, Luis Felipe Salomão, ordenou o arquivamento do caso, afirmando que não havia mais o que ser apreciado.

Desdobramentos da Cúpula do Brics

Recentemente, a diplomacia russa confirmou que Putin não participará da cúpula do Brics, programada para os dias 6 e 7 de julho, no Rio de Janeiro. A ausência do presidente russo na cúpula é um reflexo das tensões internacionais e das implicações legais decorrentes do mandado de prisão. A situação continua a gerar repercussões no cenário político global, especialmente em relação às relações entre Brasil e Rússia.

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