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ONU retira inspetores nucleares do Irã e intensifica tensões sobre programa atômico

A retirada de inspetores da AIEA do Irã gera preocupações sobre a falta de supervisão no programa nuclear do país.

Rafael Grossi, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (Foto: Genya Savilov / AFP)
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  • A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) retirou seus inspetores do Irã após o governo iraniano suspender a cooperação.
  • A retirada ocorreu em 13 de junho e foi confirmada pela AIEA em um tuíte.
  • Os inspetores estavam sem acesso às instalações nucleares e foram retirados por via terrestre.
  • A suspensão da cooperação foi considerada “inaceitável” pelos Estados Unidos, enquanto países europeus pediram ao Irã que revertesse a decisão.
  • A situação levanta preocupações sobre o programa nuclear do Irã e sua adesão ao Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP).

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) retirou seus inspetores do Irã após o governo iraniano suspender a cooperação, intensificando as preocupações sobre o avanço do programa nuclear do país. A retirada ocorreu na sexta-feira, 13 de junho, e foi confirmada pela AIEA em um tuíte, destacando a importância de retomar as atividades de monitoramento.

Os inspetores foram retirados por via terrestre, após permanecerem em um hotel em Teerã sem acesso às instalações nucleares. A decisão da AIEA segue uma escalada nas tensões entre o Irã e potências ocidentais, especialmente após ataques israelenses a instalações nucleares iranianas. O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, enfatizou a necessidade de diálogo com o Irã para restabelecer a supervisão.

A suspensão da cooperação foi classificada como “inaceitável” pelos Estados Unidos, enquanto países europeus pediram ao Irã que revertesse a decisão para facilitar uma solução diplomática. O presidente francês, Emmanuel Macron, e o líder russo, Vladimir Putin, discutiram a situação, ressaltando a importância da cooperação do Irã com a AIEA.

O Irã, que afirma que seu programa nuclear é pacífico, já havia intensificado a retórica contra a AIEA, com autoridades ameaçando o diretor-geral. A situação levanta questões sobre o futuro do Irã no Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), que proíbe o desenvolvimento de armas nucleares e exige inspeções regulares. A AIEA já havia alertado sobre a falta de respostas do Irã a perguntas sobre material nuclear não declarado, aumentando a pressão sobre Teerã.

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