- O governo de Sudão do Sul confirmou a chegada de oito migrantes deportados dos Estados Unidos no último sábado.
- Os deportados, que estavam em uma base militar em Djibuti, incluem apenas um sursudanês; os demais são de Cuba, México, Laos, Myanmar e Vietnã.
- A aceitação desses migrantes foi considerada um gesto de boa vontade em relação aos Estados Unidos.
- As autoridades locais iniciaram um processo de seleção para os deportados, seguindo normas locais e internacionais.
- A deportação ocorreu após uma decisão do Supremo Tribunal dos Estados Unidos, que permitiu o envio dos migrantes, apesar de uma ordem anterior que bloqueava essa ação.
O governo de Sudão do Sul confirmou a chegada de oito migrantes deportados dos Estados Unidos no último sábado. Os deportados, que estavam retidos em uma base militar em Djibuti, incluem apenas um sursudanês, enquanto os demais são de países como Cuba, México, Laos, Myanmar e Vietnã. A decisão de aceitar esses migrantes foi descrita como um gesto de boa vontade em relação aos EUA.
As autoridades sursudanesas iniciaram um processo de seleção para os deportados, conforme as normas locais e internacionais. Os advogados dos migrantes alegam que a deportação pode violar a Oitava Emenda da Constituição dos EUA, que proíbe tratamentos cruéis e degradantes. A deportação ocorreu após uma decisão do Supremo Tribunal dos EUA, que permitiu o envio dos migrantes para Sudão do Sul, apesar de uma ordem anterior que bloqueava tais ações.
O juiz Brian Murphy, do Distrito de Massachusetts, havia determinado que a administração de Donald Trump violou ordens judiciais ao não permitir que os migrantes tivessem a chance de contestar sua deportação. Os migrantes foram informados sobre a deportação com apenas 17 horas de antecedência e não tiveram acesso a advogados ou a um processo para alegar medo de perseguição.
A deportação desses homens levanta preocupações sobre a possibilidade de a administração Trump continuar com deportações aceleradas para países terceiros, sem garantir os direitos legais dos migrantes. Sudão do Sul, o país mais jovem do mundo, enfrenta uma grave crise humanitária e é considerado um dos lugares mais perigosos e pobres do planeta.
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