O ex-policial penal Jorge Guaranho foi condenado na quinta-feira, 13 de junho de 2024, a 20 anos de prisão em regime inicialmente fechado pelo assassinato do tesoureiro do PT, Marcelo Arruda, ocorrido em 9 de julho de 2022. A defesa de Guaranho solicitou a prisão domiciliar, alegando problemas de saúde, e a medida foi autorizada […]
O ex-policial penal Jorge Guaranho foi condenado na quinta-feira, 13 de junho de 2024, a 20 anos de prisão em regime inicialmente fechado pelo assassinato do tesoureiro do PT, Marcelo Arruda, ocorrido em 9 de julho de 2022. A defesa de Guaranho solicitou a prisão domiciliar, alegando problemas de saúde, e a medida foi autorizada pelo desembargador Gamaliel Seme Scaff, permitindo que ele cumprisse a pena em casa com tornozeleira eletrônica.
O julgamento de Guaranho, que durou três dias, foi realizado no Tribunal do Júri de Curitiba e resultou em uma condenação por homicídio com qualificadoras de motivo fútil e perigo comum. Durante o tiroteio, Guaranho também foi baleado e agredido por convidados da festa, o que lhe deixou sequelas. O advogado de defesa, Samir Mattar Assad, anunciou que irá recorrer da decisão, embora tenha respeitado o veredicto do júri.
A decisão de prisão domiciliar é liminar e ainda será analisada pelo Tribunal de Justiça do Paraná. Guaranho deverá cumprir a pena na comarca de Curitiba, com restrições de deslocamento e comunicação. O Ministério Público também está avaliando a decisão para possíveis medidas adicionais. O crime, que deixou Arruda, pai de quatro filhos, morto, gerou grande repercussão e discussões sobre segurança e violência.
Durante o julgamento, Guaranho se defendeu, afirmando que não tinha intenção de matar e que não recebeu o tratamento médico adequado enquanto estava preso. Ele alegou dificuldades de locomoção e a necessidade de fisioterapia, reforçando a argumentação da defesa sobre sua condição de saúde.
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