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Boulos critica inelegibilidade de Marçal: ‘Aqui se faz, aqui se paga’

- O ex-coach Pablo Marçal foi declarado inelegível por oito anos pelo TRE-SP. - Ele cometeu abusos políticos e econômicos durante a campanha de 2024. - Guilherme Boulos criticou a decisão, afirmando que "aqui se faz, aqui se paga". - Marçal planeja recorrer, alegando falta de provas para a condenação. - Especialistas consideram a sentença "frágil" e acreditam que pode ser reformada.

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O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) comentou sobre a inelegibilidade do ex-coach Pablo Marçal (PRTB), que foi declarado inelegível por oito anos pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo). A decisão, proferida em 21 de fevereiro de 2024, se baseou em acusações de abuso de poder político e econômico durante a campanha para a […]

O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) comentou sobre a inelegibilidade do ex-coach Pablo Marçal (PRTB), que foi declarado inelegível por oito anos pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo). A decisão, proferida em 21 de fevereiro de 2024, se baseou em acusações de abuso de poder político e econômico durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo. Marçal pode recorrer da decisão.

O juiz Antonio Maria Patiño Zorz condenou Marçal por irregularidades, incluindo a venda de apoio político em troca de doações de R$ 5 mil via PIX. A ação foi movida por Boulos e pelo PSB, que também disputaram a eleição. Marçal nega as acusações e afirma que não há provas para a condenação, prometendo recorrer ao TRE-SP.

Análises sobre a decisão indicam que a sentença é considerada “frágil” por especialistas em Direito Eleitoral. Guilherme Barcellos, membro da Abradep, argumenta que não houve abuso de poder político, pois Marçal não detinha tal poder. Ele também critica a alegação de abuso econômico, afirmando que as doações não desequilibraram a eleição.

Marçal, em nota, reafirmou que não recebeu dinheiro em troca de vídeos de apoio e que confia na Justiça. O PRTB classificou a decisão como “desproporcional” e afirmou que Marçal é alvo de perseguição política, pedindo um julgamento justo e imparcial.

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