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Giuliano Manfredini processa Antônia Fontenelle por ofensas e descumprimento judicial

- Giuliano Manfredini processou Antônia Fontenelle por ofensas e descumprimento judicial. - A disputa começou em 2022, com uso não autorizado da música "Que país é este". - Em julho de 2024, a Justiça proibiu Fontenelle de usar músicas de Renato Russo. - A nova ação alega que Fontenelle intensificou ataques pessoais nas redes sociais. - Fontenelle possui milhões de seguidores e ironizou a decisão judicial em postagens.

O produtor cultural Giuliano Manfredini, filho do famoso cantor Renato Russo, moveu uma ação judicial contra a influenciadora e apresentadora Antônia Fontenelle no Rio de Janeiro. O processo é motivado por ofensas à honra de Manfredini nas redes sociais e pelo descumprimento de uma decisão judicial que proíbe Fontenelle de usar músicas de Renato Russo […]

O produtor cultural Giuliano Manfredini, filho do famoso cantor Renato Russo, moveu uma ação judicial contra a influenciadora e apresentadora Antônia Fontenelle no Rio de Janeiro. O processo é motivado por ofensas à honra de Manfredini nas redes sociais e pelo descumprimento de uma decisão judicial que proíbe Fontenelle de usar músicas de Renato Russo para fins políticos.

O conflito teve início em 2022, quando Fontenelle utilizou a canção “Que país é este”, de Renato Russo, em um vídeo de campanha eleitoral sem a autorização da família do cantor e da gravadora Sony Music. Em julho de 2024, a Justiça determinou que a influenciadora se abstivesse de divulgar o conteúdo, sob pena de multa de R$ 20 mil.

Entretanto, segundo a nova ação de Manfredini, Fontenelle não apenas ignorou a decisão judicial, mas também intensificou os ataques contra ele em suas redes sociais, onde possui milhões de seguidores. Em suas postagens, a influenciadora ironizou a proibição judicial e fez declarações depreciativas sobre Manfredini, chamando-o de “tirano”, “pedante” e “ditadorzinho de merda”, além de questionar sua sexualidade.

O caso levanta questões sobre a liberdade de expressão nas redes sociais e os limites do uso de obras artísticas em campanhas políticas, além de evidenciar a tensão entre figuras públicas e a proteção da honra e imagem de indivíduos.

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