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Juíza Tula Mello se pronuncia após assassinato do marido: ‘Não serei mais uma vítima’

- A juíza Tula de Mello perdeu o marido, João Pedro Marquini Santana, em um ataque. - Ela descreve o crime como um ato terrorista, não uma tragédia. - Tula aprendeu manobras defensivas com João, que salvou sua vida. - O caso está em investigação avançada pela Delegacia de Homicídios da Capital. - Tula se recusa a ser vista como vítima e busca transformação social no Rio.

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A juíza Tula de Mello, que recentemente perdeu seu marido, João Pedro Marquini Santana, em um assassinato na Grota Funda, declarou que não se considera uma vítima, mas sim uma mulher determinada a lutar por um Rio melhor. Em uma entrevista, ela descreveu o crime como um ato terrorista, ressaltando que João, que era agente da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), sacrificou sua vida para protegê-la durante o ataque.

Tula relatou que, apesar de ter sido atingida por disparos, sobreviveu graças às manobras defensivas que aprendeu com João e em cursos de segurança. O veículo em que estavam foi atingido por quatro tiros de fuzil, e a juíza destacou que a blindagem do carro não era adequada para esse tipo de armamento. Ela lembrou que João sempre a incentivava a praticar essas técnicas de defesa.

Durante a entrevista, Tula se emocionou e afirmou que a vida de João não foi em vão, pois ele salvou a dela. Ela se comprometeu a buscar justiça e a elucidar o crime, que, segundo ela, não deve ser tratado como uma tragédia, mas como um ato premeditado por criminosos. O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios da Capital, que já possui informações relevantes sobre os suspeitos.

Após o crime, Tula Mello esteve no Instituto Médico-Legal para reconhecer o corpo do marido e destacou o amor que ele tinha pela cidade e pela família. O assassinato de João, que ocorreu enquanto ele tentava proteger a esposa, foi um evento que a juíza considera um crime grave, e não um incidente aleatório. Ela reafirmou sua intenção de ser uma agente de transformação em busca de um Rio mais seguro e justo.

A juíza Tula de Mello, que perdeu seu marido, João Pedro Marquini Santana, em um assassinato na Grota Funda, afirmou que não se considera uma vítima, mas uma mulher determinada a lutar por um Rio melhor. Em entrevista, ela descreveu o crime como um ato terrorista, enfatizando que João, agente da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), sacrificou sua vida para protegê-la durante o ataque.

Tula relatou que, apesar de ter sido atingida por disparos, conseguiu sobreviver graças às manobras defensivas que aprendeu com João e em cursos de segurança. O veículo em que estavam foi atingido por quatro tiros de fuzil, e a juíza destacou que a blindagem do carro não era adequada para esse tipo de armamento. Ela lembrou que João sempre a incentivava a praticar essas técnicas de defesa.

A magistrada, que se emocionou durante a entrevista, afirmou que a vida de João não foi em vão, pois ele salvou a dela. Tula Mello também se comprometeu a buscar justiça e a elucidar o crime, que, segundo ela, não deve ser tratado como uma tragédia, mas como um ato premeditado por criminosos. O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios da Capital, que já possui informações relevantes sobre os suspeitos.

Após o crime, Tula Mello esteve no Instituto Médico-Legal para reconhecer o corpo do marido e destacou o amor que ele tinha pela cidade e pela família. O assassinato de João, que ocorreu enquanto ele tentava proteger a esposa, foi um evento que a juíza considera um crime grave, e não um incidente aleatório. Ela reafirmou sua intenção de ser uma agente de transformação em busca de um Rio mais seguro e justo.

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