Tahawwur Hussain Rana, que é acusado de ajudar nos ataques terroristas em Mumbai em 2008, foi enviado dos Estados Unidos para a Índia. Ele chegou a Nova Délhi após um longo processo legal. Rana vai ser julgado por conspiração e outros crimes relacionados aos ataques que mataram mais de 160 pessoas.
Os ataques, que começaram em 26 de novembro de 2008, foram realizados por dez homens do grupo terrorista Lashkar-e-Tayyiba e são comparados ao ataque de 11 de setembro nos EUA. Os terroristas chegaram a Mumbai de barco, sequestrando um barco de pesca e atacando locais famosos, como o hotel Taj Mahal Palace e a estação de trem Chhatrapati Shivaji. Nove dos atacantes foram mortos pela polícia, e o único sobrevivente, Ajmal Kasab, foi executado em 2012.
Rana, que morava nos EUA na época, é acusado de dar informações aos terroristas. Ele já negou essas acusações em tribunal americano. A Agência Nacional de Investigação da Índia confirmou sua extradição, informando que ele não tinha mais opções legais para ficar nos EUA. Em 2011, um tribunal dos EUA o absolveu de uma acusação, mas ele foi condenado por outros crimes e estava cumprindo uma pena de 14 anos. Se for condenado na Índia, ele pode enfrentar a pena de morte.
Tahawwur Hussain Rana, acusado de facilitar os ataques terroristas em Mumbai em 2008, foi extraditado dos Estados Unidos para a Índia. A transferência ocorreu após anos de disputas legais, e Rana chegou a Nova Délhi na quinta-feira. Ele enfrenta um julgamento por conspiração e outros crimes relacionados aos ataques que resultaram na morte de mais de 160 pessoas.
Os ataques, realizados por dez homens do grupo terrorista Lashkar-e-Tayyiba, começaram em 26 de novembro de 2008 e são frequentemente comparados ao ataque de 11 de setembro nos Estados Unidos. Os terroristas chegaram a Mumbai por mar, sequestrando um barco de pesca e atacando locais icônicos, como o hotel Taj Mahal Palace e a estação de trem Chhatrapati Shivaji Terminus. Nove dos dez atacantes foram mortos pela polícia, enquanto o único sobrevivente, Ajmal Kasab, foi executado em 2012.
Rana, que residia nos Estados Unidos na época dos ataques, é acusado de fornecer informações aos terroristas. Ele já havia negado essas acusações em tribunal americano. A Agência Nacional de Investigação da Índia confirmou sua extradição, ressaltando que ele esgotou todas as opções legais para permanecer nos EUA.
Em 2011, um tribunal dos EUA absolveu Rana da acusação de conspirar para apoiar os atacantes, mas ele foi condenado por outros dois crimes, resultando em uma pena de 14 anos de prisão. Se condenado na Índia, ele pode enfrentar a pena de morte.
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