O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou que apoia a redistribuição dos royalties do petróleo para cidades da Região Metropolitana, como São Gonçalo, Magé e Guapimirim, dizendo que não é justo que esses municípios, que têm muitas necessidades, fiquem sem recursos. Essa declaração veio após o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, anunciar que vai ao Supremo Tribunal Federal contra essa redistribuição. A proposta busca atender as demandas de São Gonçalo, Magé e Guapimirim, que se sentem prejudicados no sistema atual. Paes conversou com o prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson, sobre o assunto. O prefeito de Maricá, Washington Quaquá, também se mostrou a favor e prometeu repassar R$ 300 milhões dos royalties que recebe para São Gonçalo. A redistribuição é parte de uma ação judicial movida por essas cidades contra a Agência Nacional do Petróleo e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, com o objetivo de garantir uma maior parte dos recursos gerados pela exploração do petróleo. A situação é tensa, especialmente com a oposição de Niterói, refletindo as complexas relações entre as cidades da região.
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, reafirmou seu apoio à redistribuição dos royalties do petróleo para municípios da Região Metropolitana, como São Gonçalo, Magé e Guapimirim. Paes destacou que “não é justo que municípios tão populosos e com tantas demandas fiquem nessa situação”. A declaração ocorreu após o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, anunciar que irá ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra essa medida.
A proposta de redistribuição busca atender às reivindicações de São Gonçalo, Magé e Guapimirim, que alegam serem prejudicados no sistema atual. Paes já havia conversado com o prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson, sobre o assunto. O prefeito de Maricá, Washington Quaquá, também se manifestou favorável, comprometendo-se a repassar R$ 300 milhões dos royalties que recebe para a cidade vizinha.
A redistribuição dos royalties é parte de uma ação judicial movida por São Gonçalo, Guapimirim e Magé contra a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O objetivo é oficializar a inclusão dessas cidades na área de produção petrolífera, buscando garantir uma fatia maior dos recursos.
A tensão entre os municípios se intensifica com a posição de Niterói, que se opõe à redistribuição. A situação reflete a complexidade das relações entre as cidades da região, que buscam equilibrar o acesso aos recursos gerados pela exploração do petróleo.
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