Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Supremo Tribunal Federal condena cabeleireira a 14 anos por atos golpistas de janeiro

STF condena Débora dos Santos a 14 anos de prisão por atos golpistas, enquanto Luiz Fux propõe pena de 1 ano e 6 meses, gerando polêmica.

0:00
Carregando...
0:00

A cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos foi condenada a 14 anos de prisão pelo STF por sua participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, onde pichou a frase “Perdeu, mané” na estátua da Justiça em frente ao tribunal. O ministro Alexandre de Moraes, que relatou o caso, afirmou que ela cometeu cinco crimes, incluindo golpe de Estado e dano qualificado. O ministro Luiz Fux discordou e sugeriu uma pena de apenas um ano e seis meses, argumentando que Débora agiu sozinha e não estava ligada a uma organização criminosa. Após a decisão, a defesa de Débora criticou a pena, chamando-a de “marco vergonhoso” na história do Judiciário, e a cabeleireira, que está em prisão domiciliar, pode recorrer da sentença.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos a 14 anos de prisão por sua participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Ela foi acusada de pichar a frase “Perdeu, mané” na estátua da Justiça, localizada em frente ao STF. A decisão foi tomada com os votos dos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cármen Lúcia.

O relator do caso, Alexandre de Moraes, argumentou que Débora cometeu cinco crimes, incluindo golpe de Estado e dano qualificado. Em contrapartida, o ministro Luiz Fux divergiu, propondo uma pena de apenas um ano e seis meses de prisão, focando na deterioração do patrimônio tombado. Fux destacou que a ré agiu de forma isolada, sem apoio de uma associação criminosa.

Fux, ao apresentar seu voto, buscou evitar mal-entendidos com Moraes, que enfrenta pressão pública devido a um projeto de lei que propõe anistia a golpistas. Ele ressaltou que a única prova contra Débora era sua ação individual de pichar a estátua, sem envolvimento em atos de depredação de prédios públicos.

Após a votação, a defesa de Débora manifestou descontentamento com a pena de 14 anos, considerando-a um “marco vergonhoso” na história do Judiciário brasileiro. A cabeleireira, atualmente em prisão domiciliar, poderá recorrer da decisão.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais