Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul e membro do PSDB, disse que está disposto a se candidatar à Presidência em 2026, mas espera a decisão do seu partido sobre uma possível fusão com o Podemos antes de tomar uma decisão. Ele está no PSDB há 24 anos e acredita que a escolha do partido deve ser feita até o final do mês. Leite quer apresentar uma alternativa à polarização política atual, que considera negativa, e defende que a disputa deve ser construtiva. Ele também mencionou a possibilidade de mudar para o PSD, mas isso dependerá do que o PSDB decidir. Leite quer um espaço político que permita a ele contribuir para um programa para o país e está aberto a apoiar outra liderança que compartilhe suas ideias.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), manifestou sua disposição para construir uma candidatura à Presidência da República em 2026. Em entrevista à Folha, ele afirmou que aguarda a decisão do PSDB sobre uma possível fusão com o Podemos antes de definir seu futuro político.
Leite, que está há 24 anos no PSDB, afirmou que a decisão do partido deve ocorrer até o final deste mês. Ele destacou que, se optar por outro partido, será para liderar um projeto alternativo ao atual cenário político. “Jamais vou colocar o meu desejo e a minha aspiração acima de um projeto de país”, declarou.
O governador enfatizou a importância de apresentar uma alternativa à polarização política atual, que considera destrutiva. Ele acredita que a polarização deve ser construtiva, com visões distintas de país, e não apenas uma disputa para destruir o adversário. “É fundamental construir um projeto alternativo”, afirmou.
Futuro político
Leite também comentou sobre a possibilidade de migrar para o PSD, mas ressaltou que sua decisão dependerá do rumo que o PSDB tomar. Ele busca um ambiente político que permita sua participação e a formulação de um programa para o país. “Estou acompanhando isso e, a partir da decisão do PSDB, vou poder ter clareza sobre qual caminho seguir”, disse.
O governador expressou sua intenção de liderar um projeto que reflita seus valores e princípios, mas também está aberto a apoiar outra liderança que se alinhe com suas ideias. “Se houver quem melhor apresente a capacidade de liderar, estarei junto”, concluiu.
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