Gustavo Petro, presidente da Colômbia, atacou seu ex-chanceler Álvaro Leyva, chamando-o de “víbora” após Leyva acusá-lo de drogadição em uma carta pública. A relação entre eles se deteriorou quando Leyva criticou a capacidade de Petro para governar. Durante um discurso, Petro disse que foi ingênuo ao nomear Leyva, que o aconselhou a buscar a reeleição, o que é proibido pela constituição. Leyva, que tem 82 anos, começou como um respeitado membro do governo, mas se tornou um crítico. Ele mencionou um episódio em que Petro “desapareceu por dois dias” em Paris, insinuando problemas de saúde. Petro se defendeu, afirmando que estava com a família em Paris e criticou a imprensa por publicar cartas com insultos. A oposição, incluindo Sergio Fajardo, pediu que Petro se submetesse a exames toxicológicos, aumentando a tensão política no país.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, intensificou seus ataques ao ex-chanceler Álvaro Leyva, chamando-o de “víbora” após uma carta pública na qual Leyva o acusou de drogadição. O desentendimento entre os dois se agravou quando Leyva criticou a capacidade de Petro para governar.
Durante um discurso em Soledad, no Atlântico, Petro lamentou ter nomeado Leyva, afirmando que foi “ingenuo” ao pensar que poderia ajudar a carreira política de um conservador que falava sobre paz. O presidente destacou a contradição de Leyva, que, enquanto chanceler, o aconselhou a buscar a reeleição, algo proibido pela constituição colombiana.
Leyva, de 82 anos, começou seu mandato como um dos membros mais respeitados do gabinete, mas se tornou um crítico feroz do governo. Ele é conhecido por sua trajetória política controversa e por ter mediado entre diversos grupos armados. Em sua carta, Leyva mencionou um episódio em que Petro “desapareceu por dois dias” durante uma visita a Paris, insinuando problemas de saúde.
Petro respondeu a Leyva, afirmando que a única forma de a imprensa publicar cartas é por meio de insultos. Ele também defendeu sua saúde, mencionando que passou tempo com sua família em Paris, o que foi interpretado como uma tentativa de desviar os rumores sobre sua condição. A oposição, incluindo o candidato presidencial Sergio Fajardo, aproveitou a situação para questionar a saúde mental e a capacidade de Petro para governar.
A situação se tornou um tema central na política colombiana, com pedidos da oposição para que Petro se submeta a exames toxicológicos. O clima de tensão entre o presidente e seu ex-chanceler reflete um cenário político conturbado, onde acusações e desconfianças permeiam as relações no governo.
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