O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, quer que a população decida em uma consulta popular se aceita uma reforma trabalhista, já que suas tentativas anteriores foram rejeitadas pelo Congresso. Ele planeja apresentar 12 perguntas no Dia do Trabalho, 1º de maio, e pediu apoio pacífico dos cidadãos. As perguntas incluem propostas como limitar a jornada de trabalho a oito horas diárias, garantir licença médica e incluir licenças para cólicas menstruais. O governo também sugere eliminar a terceirização abusiva, contratar pessoas com deficiência e garantir salários justos para trabalhadores rurais. Apesar de algumas propostas terem sido deixadas de fora para evitar mais oposição, o governo acredita que as perguntas são viáveis. A consulta precisa ser aprovada pelo Senado e, se for, deve acontecer em até três meses. Para ser válida, a consulta precisa de pelo menos 13,65 milhões de participantes.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou que irá realizar uma consulta popular sobre a reforma trabalhista no Dia do Trabalho, em primeiro de maio. A medida surge após a rejeição de suas propostas pelo Congresso. Petro pretende apresentar doze perguntas à população, buscando apoio popular para as mudanças.
Em um comunicado, o presidente afirmou que irá ao Congresso para entregar o texto da consulta, acompanhado de uma delegação popular. As perguntas abordam temas como a redução da jornada de trabalho para um máximo de oito horas diárias e a garantia de licenças médicas, incluindo para cólicas menstruais incapacitantes. O governo também propõe a eliminação da terceirização abusiva e a contratação de pessoas com deficiência.
O ministro do Trabalho, Antonio Sanguino, destacou que as perguntas foram elaboradas a partir de sugestões da população. Apesar disso, Petro optou por uma versão mais moderada do projeto, excluindo algumas demandas das centrais sindicais, como o aumento da verba de rescisão. Sanguino afirmou que as perguntas refletem a “alma e a espinha dorsal” da reforma.
A consulta popular precisa ser aprovada pelo Senado, que deve reunir cinquenta e cinco votos a favor. Se aprovada, a votação deve ocorrer em até três meses. As perguntas serão fechadas, exigindo que os colombianos votem “sim” ou “não” para cada uma delas. O processo é uma tentativa de envolver a população em um tema que foi uma das principais promessas de campanha de Petro.
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