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Pablo Marçal recorre de condenação à inelegibilidade por abuso de poder econômico

Pablo Marçal recorre à Justiça após condenações por abuso de poder econômico, enquanto enfrenta investigações por lavagem de dinheiro e fake news.

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Pablo Marçal, coach e ex-candidato à prefeitura de São Paulo, foi condenado duas vezes por abuso de poder econômico em sua campanha, envolvendo pagamentos para que usuários viralizassem vídeos nas redes sociais. Ele apresentou um recurso chamado embargos de declaração, contestando omissões na sentença e a falta de provas sobre a encomenda dos vídeos. A defesa argumenta que muitos perfis mencionados não tinham vídeos a favor dele e que alguns criadores de conteúdo agiram por conta própria, sem pagamento. Marçal já foi condenado a oito anos de inelegibilidade e, se não conseguir reverter a decisão, estará fora das eleições de 2026. Além disso, ele enfrenta investigações por lavagem de dinheiro e por divulgar informações falsas sobre seu adversário, Guilherme Boulos.

O coach e ex-candidato à prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal, apresentou um recurso chamado embargos de declaração contra sua segunda condenação à inelegibilidade. As condenações foram baseadas em abuso de poder econômico durante sua campanha, envolvendo cortes pagos nas redes sociais.

Os juízes da Justiça Eleitoral de São Paulo determinaram que Marçal utilizou financiamento irregular para promover vídeos curtos que deveriam viralizar. O recurso, protocolado nesta quarta-feira, 30, questiona omissões e contradições na sentença. Após o julgamento do recurso, Marçal poderá apelar ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo e, se necessário, ao Tribunal Superior Eleitoral em Brasília.

A defesa de Marçal argumenta que a Justiça não analisou todos os perfis que veicularam os cortes pagos. Segundo os advogados, muitos desses perfis não tinham vídeos favoráveis ao coach. O recurso também afirma que não há provas de que Marçal encomendou os cortes, sugerindo que alguns vídeos foram criados por “cripadores”, que atuam de forma independente.

Marçal foi condenado a oito anos de inelegibilidade em cada um dos casos. Se os recursos não forem bem-sucedidos, ele ficará fora das eleições de 2026. Além disso, enfrenta investigações por lavagem de dinheiro e pela divulgação de informações falsas, incluindo um laudo médico que ligava seu adversário, Guilherme Boulos, a uma internação fictícia por uso de entorpecentes.

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