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Deltan Dallagnol pede apuração sobre improbidade de Carlos Lupi e Wolney Queiroz

Deltan Dallagnol pede investigação ao MPF sobre Carlos Lupi e Wolney Queiroz por improbidade administrativa em descontos do INSS.

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Deltan Dallagnol, ex-deputado federal e atual embaixador do Partido Novo, pediu ao Ministério Público Federal no Distrito Federal que investigue Carlos Lupi e Wolney Queiroz por possíveis atos de improbidade administrativa. Ele afirma que ambos foram alertados sobre irregularidades nos descontos do INSS em junho de 2023, mas não tomaram nenhuma atitude para resolver o problema. Dallagnol destaca que Lupi e Queiroz, que ocupavam cargos altos na Previdência, tinham a obrigação de agir, mas deixaram que os descontos fraudulentos continuassem, o que teria beneficiado entidades privadas em detrimento da população idosa. Lupi nega qualquer irregularidade, embora admita que estava ciente do problema. O pedido de Dallagnol inclui a análise de documentos do INSS, da Controladoria-Geral da União e da Polícia Federal para verificar se Lupi e Queiroz devem ser responsabilizados por danos coletivos.

Deltan Dallagnol, ex-deputado federal e atual embaixador do Partido Novo, protocolou um pedido ao Ministério Público Federal (MPF) no Distrito Federal para investigar Carlos Lupi e Wolney Queiroz por improbidade administrativa. O pedido se baseia em alertas sobre irregularidades nos descontos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) recebidos por Lupi em junho de 2023.

Dallagnol afirma que tanto Lupi quanto Queiroz, que ocupou o cargo de ministro da Previdência, tinham conhecimento das irregularidades e não tomaram medidas para corrigir a situação. O ex-chefe da força-tarefa da Lava-Jato destaca que ambos contribuíram para a continuidade de descontos fraudulentos, resultando em enriquecimento ilícito de entidades privadas.

O ex-ministro Lupi nega qualquer irregularidade, embora reconheça estar ciente do problema. O pedido de Dallagnol solicita que a procuradoria analise se Lupi e Queiroz devem ser responsabilizados por danos coletivos, tanto materiais quanto morais. Ele sugere que documentações do INSS, da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Polícia Federal (PF) sejam utilizadas na investigação.

O caso levanta preocupações sobre a gestão dos recursos públicos e a proteção dos direitos dos aposentados, especialmente em um contexto em que a transparência e a responsabilidade são essenciais.

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