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EUA reduzem atividades na ISS enquanto China expande sua estação Tiangong

Cortes orçamentários da NASA em 2026 podem reduzir atividades na ISS, enquanto a China expande sua estação Tiangong e treina novos astronautas.

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A proposta orçamentária da administração Trump para a NASA em 2026 sugere cortes significativos nas atividades da Estação Espacial Internacional (ISS). A ideia é reduzir a equipe que viaja para o espaço de quatro para três astronautas e aumentar a duração das missões de seis para oito meses. Além disso, está previsto o cancelamento de atualizações em um instrumento científico que estuda a matéria escura. Essas mudanças ocorrem em um momento em que a China está expandindo sua estação espacial Tiangong e treinando astronautas de outros países, como o Paquistão. A China planeja lançar novos módulos para sua estação e já está em conversação com outras nações para futuras colaborações. Enquanto isso, os Estados Unidos enfrentam incertezas em seus próprios programas espaciais, como as missões Artemis, que visam retornar à Lua.

A proposta orçamentária de 2026 da NASA, sob a administração Trump, prevê cortes significativos nas atividades da Estação Espacial Internacional (ISS). A Casa Branca planeja reduzir em R$ 500 milhões a verba destinada ao complexo. Entre as medidas, está a diminuição da tripulação da cápsula Crew Dragon, que passará de quatro para três astronautas a partir de fevereiro de 2026.

Outra mudança proposta é a extensão das expedições à ISS, que passarão de seis para oito meses. Essa decisão resulta em um tempo de permanência semelhante ao que os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams tiveram, após serem criticados por Trump e Elon Musk. Além disso, a proposta inclui o cancelamento de atualizações em um instrumento científico acoplado à estação, o AMS, que busca entender a matéria escura.

Concorrência com a China

Enquanto os Estados Unidos planejam reduzir suas atividades na ISS, a China avança com a expansão de sua estação espacial, Tiangong. Wang Jue, representante da Corporação de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China (CASC), anunciou planos para lançar novos módulos, incluindo um multifuncional com seis portas de acoplagem. A China também iniciou o treinamento de astronautas do Paquistão para missões à Tiangong.

O programa chinês está em conversação com outros países para integrar mais astronautas. Além disso, a China está desenvolvendo uma nova cápsula que permitirá levar até sete astronautas à sua estação e planeja missões lunares, com o objetivo de pousar na Lua em 2029.

Desafios para os EUA

Os Estados Unidos enfrentam um momento de retração nas atividades tripuladas em órbita terrestre baixa. A missão Artemis 2, programada para abril de 2026, deve levar astronautas a dar uma volta ao redor da Lua, a primeira desde 1972. Contudo, a Artemis 3, que visa a primeira alunissagem tripulada do século, ainda apresenta incertezas e pode sofrer atrasos.

A crescente competição com a China na corrida espacial destaca a necessidade de uma reavaliação das prioridades da NASA, enquanto o país se vê em uma posição desafiadora frente aos avanços chineses.

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