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Soldado da PM é demitido após deixar posto durante desfile de carnaval em SP

Soldado da PM de São Paulo, demitido por abandono de posto, alega perseguição por tatuagens e personalidade. Defesa questiona desigualdade nas penas.

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O soldado Paulo Rogério da Costa Coutinho foi demitido da Polícia Militar de São Paulo por ter abandonado seu posto durante o carnaval de 2022. Ele afirma que sua demissão foi injusta e motivada por sua “personalidade” e tatuagens. Coutinho diz que estava autorizado a sair para ir ao banheiro e que ficou mais tempo no camarote para tirar fotos com fãs. Enquanto isso, outro soldado que estava com ele, Leandro Celestrin Medina, também foi denunciado, mas não foi demitido por falta de provas. Coutinho já enfrentou outros problemas disciplinares, incluindo uma acusação de ter furtado uma orquídea do quartel, o que ele nega. Sua defesa questiona a diferença nas punições e planeja recorrer ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

O soldado Paulo Rogério da Costa Coutinho foi demitido da Polícia Militar de São Paulo após abandonar seu posto durante o carnaval de 2022. Ele deixou o local de serviço no Sambódromo do Anhembi e ficou quase duas horas em um camarote. A decisão da Corregedoria classificou sua ação como uma “transgressão disciplinar de natureza grave”.

Coutinho, conhecido nas redes sociais como “Demolidor”, alega que sua demissão foi motivada por sua “personalidade” e tatuagens. Em um vídeo, ele questionou a decisão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e do secretário estadual de Segurança, Guilherme Derrite. O ex-militar afirmou que estava autorizado a sair do posto para ir ao banheiro e que permaneceu no camarote para atender fãs que pediam fotos.

A defesa de Coutinho, representada pelo advogado João Carlos Campanini, critica a desigualdade nas penas aplicadas. Enquanto Coutinho foi demitido, outro soldado, Leandro Celestrin Medina, que estava com ele, recebeu apenas uma punição de dez dias de reclusão no quartel. A defesa planeja recorrer ao governador ou, se necessário, ao Tribunal de Justiça do Estado.

Além do episódio no carnaval, Coutinho enfrentou outra acusação interna por supostamente furtar uma orquídea do quartel. Ele defendeu sua ação, afirmando que retirou a planta para replantá-la em outro local. A Corregedoria não encontrou provas que justificassem a presença dos militares no camarote, e Coutinho não compareceu à avaliação médica solicitada.

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