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Irmãos suspeitos de ameaçar Alexandre de Moraes são colocados em prisão domiciliar

Ministro Alexandre de Moraes determina prisão domiciliar para irmãos acusados de ameaças, após ausência de novas evidências. Medidas cautelares incluem tornozeleira eletrônica e restrições de comunicação.

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu colocar em prisão domiciliar os irmãos Raul Fonseca de Oliveira e Oliveirino de Oliveira Junior, que estavam presos há quase um ano por ameaçar Moraes e sua família. A mudança ocorreu após a Procuradoria-Geral da República pedir a substituição da prisão por medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica e proibição de redes sociais. Moraes destacou que as investigações da Polícia Federal mostraram que não houve novas ameaças por parte dos irmãos. A defesa comemorou a decisão, ressaltando que não foram apresentadas denúncias formais contra eles. Este caso é parte de um inquérito sobre ameaças a autoridades. A família de Moraes já enfrentou hostilidades anteriormente, incluindo um incidente em um aeroporto na Itália.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu colocar em prisão domiciliar os irmãos Raul Fonseca de Oliveira e Oliveirino de Oliveira Junior, que estavam detidos há quase um ano. Eles são acusados de ameaçar Moraes e sua família, com indiciamento pela Polícia Federal (PF).

A decisão foi tomada após a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitar a substituição da prisão por medidas cautelares. Moraes impôs restrições como uso de tornozeleira eletrônica, suspensão do passaporte e proibição de uso de redes sociais. O caso é um desdobramento do inquérito das fake news, que investiga ameaças a membros da Corte.

Em sua análise, Moraes destacou que as investigações da PF revelaram a ausência de novas condutas delituosas por parte dos irmãos, o que justificou a mudança na medida cautelar. Os irmãos foram indiciados em novembro do ano passado pelo crime de abolição violenta do Estado democrático de direito, com pena prevista de quatro a oito anos.

A defesa dos irmãos expressou alívio com a decisão, ressaltando que a PGR não apresentou denúncias formais contra eles. O advogado Darlan Almeida afirmou que isso demonstra a falta de elementos que os vinculem às ameaças enviadas ao ministro e sua família.

Contexto de Hostilidades

Este não é o primeiro episódio de hostilidade enfrentado pela família de Moraes. Em julho de 2023, o ministro e sua família foram hostilizados em um aeroporto na Itália, onde foram chamados de “bandido” e “comunista”. O caso foi revelado por um blog e gerou repercussão na mídia.

A investigação anterior da PF não resultou em indiciamentos, mas o relator Dias Toffoli determinou diligências complementares. O inquérito acabou sendo arquivado após a família se retratar. A situação atual dos irmãos Oliveira reflete a complexidade das investigações em torno de ameaças a autoridades e a proteção do Estado democrático de direito.

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