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Rússia recruta ucranianos para sabotagens e espionagem em meio à guerra

Infiltrações russas em cidades ucranianas aumentam, com jovens sendo recrutados para sabotagens e atentados contra o recrutamento militar.

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A guerra entre Rússia e Ucrânia está causando muita tensão social, com muitos ucranianos tentando evitar o recrutamento militar. Recentemente, o Serviço de Segurança da Ucrânia prendeu várias pessoas, incluindo jovens e uma mulher, por tentativas de sabotagem e colaboração com o FSB russo. O governo ucraniano informou que há uma estratégia de infiltração russa nas cidades, onde cidadãos ucranianos são contratados para realizar ataques. Desde fevereiro, houve vários ataques a escritórios de recrutamento, e o SSU tem feito detenções frequentes de pessoas envolvidas em planos de atentados. Um caso recente envolveu um jovem de 17 anos que foi preso ao tentar colocar uma bomba em um escritório de recrutamento em Kiev. Outro caso foi de uma mulher de 22 anos, que foi contatada pelo FSB através de um canal de emprego no Telegram e recebeu pagamento em criptomoedas para transportar explosivos. Além disso, muitos ucranianos estão descontentes com a guerra e evitam se alistar, levando a um aumento nas tensões com as autoridades de recrutamento. O SSU também desmantelou redes de colaboradores que passavam informações sobre as forças armadas ucranianas para os russos. As autoridades acreditam que a Rússia está tentando recrutar cidadãos ucranianos em outros países da Europa, especialmente entre refugiados em situações difíceis.

O Serviço de Segurança da Ucrânia (SSU) prendeu recentemente vários cidadãos, incluindo jovens e uma mulher, por tentativas de sabotagem e colaboração com o Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB). As detenções revelam uma estratégia de infiltração russa em cidades ucranianas, em meio à crescente tensão social provocada pela guerra.

Desde fevereiro, o SSU tem registrado uma série de ataques a escritórios de recrutamento militar, com o objetivo de desestabilizar a situação no país. O Kremlin busca explorar o descontentamento de muitos ucranianos que evitam o alistamento militar, alimentando a oposição silenciosa. Em um dos casos mais recentes, um jovem foi detido em Kiev com material explosivo, planejando atacar uma dessas instalações.

Além disso, uma mulher de 22 anos foi presa em Dnipró após ser recrutada pelo FSB através de um canal de emprego no Telegram. Ela teria recebido criptomoedas como pagamento para transportar explosivos. O SSU também desarticulou uma rede de colaboradores que passavam informações sobre as Forças Armadas Ucranianas para os russos, destacando a gravidade da situação.

Aumento da Tensão Social

O descontentamento entre os ucranianos que não desejam combater tem crescido, especialmente com a guerra sem perspectivas de término. Muitos homens em idade de recrutamento evitam se apresentar, enquanto outros pagam altos valores para escapar do alistamento. O SSU relatou um aumento significativo nos casos de obstrução ao trabalho das patrulhas de mobilização.

Em um incidente recente, quatro pessoas foram detidas em Cherkasi após agredirem membros de uma patrulha de recrutamento. O clima de tensão é palpável, com vídeos de confrontos se tornando virais nas redes sociais. O comandante das Forças Armadas Ucranianas, Oleksandr Sirkis, ordenou investigações sobre grupos que organizam ataques a equipes militares.

Colaboração com o Inimigo

As detenções não se limitam a sabotagens. Muitas pessoas estão sendo presas por fornecer informações ao inimigo em troca de dinheiro. O SSU anunciou a prisão de um taxista que filmava instalações militares e de um homem que passava detalhes sobre aeródromos. A colaboração com o FSB é severamente punida na Ucrânia, podendo resultar em penas de prisão perpétua.

As autoridades ucranianas acreditam que a Rússia está expandindo suas tentativas de recrutamento de colaboradores para outros países europeus, visando cidadãos ucranianos em situações vulneráveis. O Serviço de Inteligência do Ministério da Defesa da Ucrânia (GUR) alertou sobre a intensificação dessas atividades, destacando a necessidade de vigilância em relação a possíveis ações ilegais em território europeu.

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