Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

STF mantém condenação de ‘Débora do Batom’ por atos golpistas

Primeira Turma do STF rejeita recurso de Débora do Batom, que cumpre pena de 14 anos por atos golpistas. Votação ainda não foi finalizada.

0:00
Carregando...
0:00

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal rejeitou o recurso da defesa de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, que foi condenada a 14 anos de prisão por sua participação nos atos golpistas de 8 de janeiro, incluindo o vandalismo na estátua “A Justiça”. O julgamento, que ainda aguarda os votos de dois ministros, já tem três votos a favor da rejeição, dados por Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. A defesa argumentou que a confissão de Débora não foi considerada na pena, mas Moraes afirmou que a condenação se baseou em provas sólidas. Débora foi denunciada por cinco crimes, incluindo associação criminosa armada. Ela cumpre pena em regime domiciliar após dois anos de prisão preventiva e pediu que o tempo já cumprido seja descontado para iniciar o cumprimento da pena em regime semiaberto. O processo continua em análise.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta segunda-feira (10), rejeitar o recurso da defesa de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”. Ela foi condenada a 14 anos de prisão por sua participação nos atos golpistas de 8 de janeiro, incluindo o vandalismo na estátua “A Justiça”, em frente ao STF.

O julgamento, que ainda aguarda os votos de dois ministros, já conta com a maioria formada por Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, totalizando 3 a 0. A defesa de Débora argumentou que sua confissão não foi considerada na definição da pena. Moraes, em seu voto, destacou que a condenação foi baseada em um conjunto robusto de provas que comprovam a autoria e a materialidade dos crimes.

Débora foi denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por cinco crimes, incluindo associação criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado de Direito. O recurso analisado é um tipo de embargos de declaração, que visa esclarecer contradições na sentença. A análise ocorre em um plenário virtual e pode se estender até sexta-feira.

Detalhes do Caso

Em abril, a condenação de Débora foi decidida com penas divergentes entre os ministros. O relator, Moraes, propôs 14 anos, enquanto outros ministros sugeriram penas menores. A defesa também apontou que a confissão deveria ser considerada como atenuante, conforme o Código Penal. Após ser presa, Débora enviou uma carta a Moraes pedindo desculpas e afirmando não ter conhecimento da importância da estátua.

Atualmente, Débora cumpre pena em regime domiciliar, após cerca de dois anos de prisão preventiva. A defesa solicitou que o tempo já cumprido seja descontado e que ela inicie o cumprimento da pena em regime semiaberto. O processo continua a ser monitorado enquanto os ministros deliberam sobre os pontos técnicos do recurso.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais